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	<title>Diversão e Arte &#187; Ebooks</title>
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	<description>Existe um Mundo de Oportunidades Para Quem Procura.</description>
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		<title>Diversão e Arte &#187; Ebooks</title>
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			<item>
		<title>Obras de Camilo Castelo Branco</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 11:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[


BRANCO, Camilo Castelo
Vários





A Queda dum Anjo

Sinopse:
Uma das novelas mais célebres de Camilo Castelo Branco (publicada em 1866 no Porto) constitui uma notável caricatura da vida política nacional, mas também uma parábola humorística acerca do desvirtuamento do Portugal antigo.
O protagonista, Calisto Elói, um fidalgo transmontano, austero e conservador, é uma espécie de encarnação satírica desse Portugal: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=214&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><table style="height:100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><span class="postbody"><strong>BRANCO, Camilo Castelo</strong><br />
</span><span class="postdetails">Vários<br />
</span><br />
<hr /></td>
</tr>
<tr>
<td height="100%" valign="top">
<div id="message_18221"><span class="postbody"><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">A Queda dum Anjo</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/quedadumanjo.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></p>
<p><span style="color:green;">Uma das novelas mais célebres de Camilo Castelo Branco (publicada em 1866 no Porto) constitui uma notável caricatura da vida política nacional, mas também uma parábola <acronym title="Livros de humor, para rir um pouco..."><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=humor" target="_new">humor</a></acronym>ística acerca do desvirtuamento do Portugal antigo.<br />
O protagonista, Calisto Elói, um fidalgo transmontano, austero e conservador, é uma espécie de encarnação satírica desse Portugal: eleito deputado, Calisto vai viver para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital, tomando por amante uma prima afastada, Ifigénia, e transitando da posição miguelista para o partido liberal no governo. Ironicamente, a esposa de Calisto, Teodora, uma aldeã prosaica, imita-o na devassidão: vendo-se desprezada pelo marido, une-se a um primo interesseiro e sucumbe ela própria aos vícios da modernidade.</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://www.esnips.com/doc/3f943902-8afb-4a55-9c8b-16cca9b7fc97/Camilo-Castelo-Branco---A-Queda-Dum-Anjo.pdf" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Maria Moisés</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/MariaMoises.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></p>
<p><span style="color:green;">«Maria Moisés» é uma novela incluída na colectânea «Novelas do Minho» publicada pela primeira vez em Lisboa entre os anos de 1875 e 1877.<br />
Maria Moisés é dividido em duas partes: A primeira parte começa em 1813, com a história de uma jovem pastor que, procurando por uma rês perdida vê a filha do patrão se suicidar de modo misterioso&#8230;</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://www.esnips.com/doc/b1a72d08-3b99-4e2a-9ea5-769fe7525d4f/Camilo-Castelo-Branco---Maria-Moises.pdf" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;"><span style="color:#ffa34f;"><strong>Amor</strong></span> de <span style="color:#ffa34f;"><strong>Perdição</strong></span></span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/amordeperdicao.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;"><span style="color:#ffa34f;"><strong>Amor</strong></span> de <span style="color:#ffa34f;"><strong>Perdição</strong></span> é uma novela romântica inspirada em Romeu e Julieta, de Shakespeare. É considerado uma obra-prima da ficção de língua portuguesa.<br />
Simão Botelho e Teresa de Albuquerque estão enamorados, mas suas famílias fazem da separação de ambos uma questão de honra. Simão é enviado para Lisboa e Teresa é presa em um convento por não aceitar o casamento com Baltasar Coutinho, um fidalgo.<br />
O <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> foi publicado simultaneamente ao processo que o autor sofreu pelo seu romance com uma mulher casada, em 1862.<br />
O autor retrata uma sociedade preconceituosa, onde o <span style="color:#ffa34f;"><strong>amor</strong></span> se transforma em desespero e morte.</span><br />
Formato: PDF</p>
<p><a class="postlink" href="http://www.esnips.com/doc/9ecfa4d1-0dbc-498d-a42b-894cb1ed8735/Camilo-Castelo-Branco---Amor-de-perdicao.pdf" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Coração, Cabeça e Estômago</span></span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/215307.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">Um dos escritores mais lidos no Brasil durante o século XIX, Camilo Castelo Branco é uma referência importante para compreender os rumos da ficção brasileira dos períodos romântico e realista. Foi o primeiro escritor português a viver apenas do seu ofício. Numa sociedade que não dispunha de um número expressivo de leitores, num tempo em que os direitos autorais estavam começando a ser reconhecidos, Camilo teve de escrever muito. Suas obras contam-se em centenas: foi poeta, teatrólogo, novelista, crítico literário e tradutor de grande atividade. O espantoso, no caso, não é que tenha escrito tanto, mas que tenha escrito tanto e tão bem sobre um enorme leque de assuntos, versados em vários gêneros. Neste <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym>, o leitor encontrará um dos momentos mais luminosos da sua obra: uma novela satírica, na qual o que dá a solda dos vários episódios soltos e razoavelmente simples é o estilo e o jogo entre as instâncias narrativas e autorais. Por conta disso, Coração, cabeça e estômago talvez seja, dentre todos os de Camilo, o <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> que reúna mais probabilidades de permanecer como referência viva para a prosa contemporânea de língua portuguesa ao longo do século que se inicia. P.Franchetti</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://esnips.com/doc/65c7ae32-87c5-4968-94fb-e6e970ebe2fb/Camilo-Castelo-Branco---Coracao,-Cabeca-e-Estomago.pdf" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">A Brasileira de Prazins</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/ccb-brasileira.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">Autor de obra vastissíma, inicialmente romântica, aderiu ao realismo com A Brasileira de Prazins, em 1882. Sua obra retrata a vida social e familiar de seu tempo, com sátiras mordazes que têm como alvo principal os comerciantes de classe média. Seu estilo se destaca pelo uso brilhante do idioma português. É um dos grandes romances de Camilo Castelo Branco e um clássico indiscutívelda literatura portuguesa. O <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> conserva as principais características camilianas: amores contrariados, casamento forçado, sátira e poderosa carga dramática. Camilo Castelo Branco, sempre com muita sensibilidade, vai ao encontro dos modos de ser e de sentir da gente lusa, como em várias de suas obras.</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://esnips.com/doc/4971b462-a240-4288-9a9a-a1b22764dc45/Camilo-Castelo-Branco---A-Brasileira-de-Prazins.pdf" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Coisas que só eu sei</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/ccb-soeusei.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:green;">Na última noite do Carnaval, que foi justamente aos 8 dias do mês de Fevereiro, do corrente ano, pelas 9 horas e meia da noite entrava no Teatro de S. João, desta heróica e muito nobre e sempre leal cidade, um dominó de cetim.</p>
<p>Dera ele os dois primeiros passos no pavimento da platéia, quando um outro dominó de veludo preto veio colocar-se-lhe frente a frente, numa contemplação imóvel&#8230;</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://esnips.com/doc/3da8a36b-eb0f-46dd-b5e9-013369bab0dd/Camilo-Castelo-Branco---Coisas-que-So-Eu-Sei.pdf" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Os Brilhantes do Brasileiro</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/ccb-brilhantes.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:green;">Em um frigidíssimo dia de janeiro de 1847, por volta das nove horas da manhã, o Sr. Hermenegildo Fialho Barrosas, brasileiro grado e dos mais gordos da cidade eterna, estava a suar, na rua das Flores, encostado ao balcão da ourivesaria dos Srs. Mourões. As camarinhas aljofravam a brunida testa de Fialho Barrosas, como se a porosa cabeça deste sujeito filtrasse hidraulicamente o estanque de soro recluso no bojo não vulgar do mesmo.</p>
<p>Era o suor respeitável da mortificação; o esponjar das glândulas pela testa, quando as lágrimas golfam dos seus poços, e não bastam já olhos a estancá-las. Era, enfim, a dor que flameja infernos em janeiro, e tira dum homem adiposo e glacial lavaredas, como o Etna as repuxa por entre as neves do seu espinhaço&#8230;</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://esnips.com/doc/8f37e88a-1b04-48fd-893b-509c730119b4/Camilo-Castelo-Branco---Os-Brilhantes-do-Brasileiro.pdf" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Uma praga rogada nas escadas da forca</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/ccb-umapraga.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:green;">Estes acontecimentos, expostos aqui, segundo o formulário romântico, e afeiçoados às leis do estilo romântico, são verdades que não deram brado, nem se agravaram na memória da geração que as viu e as não compreende.<br />
Na vida moral da sociedade há fenômenos cuja causa ninguém estuda. No drama da família há lances que são do domínio público, e o público não pode, ainda que o tente, explicá-los. Nas atribulações individualíssimas do homem há fases extraordinárias de sofrimento, que esta sociedade de entranhas cruéis lhe recrimina, reputando-lhes efeitos necessários das causas, conseqüências do crime voluntário&#8230;</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://esnips.com/doc/ce891c6f-3ee8-40ca-85ce-dbd494076350/Camilo-Castelo-Branco---Uma-praga-rogada-nas-escadas-da-forca.pdf" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Aquela Casa Triste</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/ccb-casatriste.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:green;">A casa grande das quinze janelas branqueja no espinhaço do monte.</p>
<p>As janelas fecharam-se há seis meses, ao mesmo tempo que duas sepulturas se abriram.</p>
<p>A sepultura do Africano, que chegava ao cemitério quando a filha expirava; e a sepultura de Deolinda, quando o sino dobrava ainda nos funerais do pai&#8230;</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://www.esnips.com/doc/4d6ca775-1319-4dd3-8350-947e5508932e/Camilo-Castelo-Branco---Aquela-Casa-Triste" target="_blank"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">A Gratidão</span></span></p>
<p><img src="http://manybooks.net/automatic/c/castelo_brancoc/castelo_brancoc2334523345-8-thumb.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:green;">&#8220;Estávamos nos últimos dias de Dezembro de 1846. Uma camada mui espessa de neve cobria o solo. O ar, sombrio e carregado, indicava que mais neve não tardava a cair. Os ramos nus das arvores dos montes tremiam soprados pelo vento norte gelado. Estava tudo num perfeito sossego, e tristeza; nem o mais leve murmúrio se ouvia.<br />
Uma velha, e uma criancinha, apesar do rigor do frio, seguiam com dificuldade o caminho, que da serra de Valongo conduz a S. Cosme. A criança, de espaço a espaço, soprava às mãozinhas inteiriçadas pelo frio, e não se podendo sustentar sobre os pés, que tinha inchados pelas frieiras, caminhava vacilante; mas vencendo todos os obstáculos, com uma energia superior à sua idade, tomava galhardamente o seu lugar ao lado da velha. Esta parecia ter sessenta anos. Estava corcovada mais pela miséria, do que pela idade, e tinha no rosto profundas rugas. Pelo modo como andava, e tacteava o caminho com a muleta, via-se que era cega&#8230;&#8221;</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://www.esnips.com/web/arquivoc-CamiloCasteloBranco/" target="_blank">DOWNLOAD</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">O Arrependimento</span></span></p>
<p><img src="http://manybooks.net/automatic/c/castelo_brancoc/castelo_brancoc2334623346-8.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="color:green;">&#8221; Em tempos da minha mocidade costumava visitar a miúdo uma boa velha, minha vizinha, que me honrava com a sua estima e amizade. Humildemente confesso que não ha sociedade mais deleitosa e agradável, do que a de uma mulher que soube envelhecer. A sua conversação instrutiva e divertida, é um inesgotável tesouro de lembranças, anedotas, observações chistosas e reflexões circunspectas, é finalmente uma revista do passado&#8230;.&#8221;</span></p>
<p><a class="postlink" href="http://www.esnips.com/web/arquivoc-CamiloCasteloBranco/" target="_blank">DOWNLOAD</a></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Biografia de Roberto Carlos está à disposição</title>
		<link>http://popnews.wordpress.com/2007/05/13/biografia-de-roberto-carlos-esta-a-disposicao/</link>
		<comments>http://popnews.wordpress.com/2007/05/13/biografia-de-roberto-carlos-esta-a-disposicao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 May 2007 13:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois dos falsos arquivos que diziam conter a biografia proibida do &#8216;rei&#8217; Roberto Carlos, era apenas uma questão de tempo antes que as cópias verdadeiras começassem a aparecer na Internet. E já começaram: agora, além do livro oferecido em sites de leilão, por até três vezes o preço original, um arquivo em PDF ou .doc [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=179&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://popnews.files.wordpress.com/2007/05/507254-2141-cp.jpg?w=212&#038;h=282" alt="Biografia de Roberto Carlos" align="left" border="1" height="282" width="212" />Depois dos falsos arquivos que diziam conter a biografia proibida do &#8216;rei&#8217; Roberto Carlos, era apenas uma questão de tempo antes que as cópias verdadeiras começassem a aparecer na Internet. E já começaram: agora, além do livro oferecido em sites de leilão, por até três vezes o preço original, um arquivo em PDF ou .doc com a biografia verdadeira (<em>Roberto Carlos em detalhes</em>) já pode ser baixado&#8230;</p>
<p align="center"><a href="http://hdvirtual.inteligweb.com.br/compartilhamento.php?id=MTkwMDc=" target="_blank">livro .pdf Roberto Carlos em Detalhes &#8211; No HD Virtual &gt;&gt;</a><br />
Senha de acesso: opus666</p>
<p>Publicado inicialmente no site Projeto de Democratização da Leitura, um indexador de links para obras diversas disponíveis na rede, o arquivo contendo o livro já está sendo divulgado e colocado à disposição do internauta em dezenas de blogs e outros sites.</p>
<p>Em entrevistas à imprensa nos últimos dias, o advogado do cantor, Marco Antonio Campos, declarou que a assessoria jurídica estudaria uma maneira de combater o download via Internet, mas admitiu que a possibilidade de conseguir controlar era &#8220;pequena&#8221;.</p>
<p>A biografia de Roberto Carlos foi escrita pelo historiador &#8211; e apaixonado por música brasileira &#8211; Paulo César de Araújo, mas não havia sido autorizada e não agradou ao &#8216;rei&#8217; Roberto Carlos. Menos de dez dias depois do lançamento, Roberto processou o autor e a editora. Uma audiência de conciliação selou um acordo entre as partes no final de abril. O livro teve sua edição e venda proibidas e deve ser recolhido em todo o País.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/popnews.wordpress.com/179/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/popnews.wordpress.com/179/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/popnews.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/popnews.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/popnews.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/popnews.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/popnews.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/popnews.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/popnews.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/popnews.wordpress.com/179/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/popnews.wordpress.com/179/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/popnews.wordpress.com/179/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=179&subd=popnews&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">jojomaravilha</media:title>
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			<media:title type="html">Biografia de Roberto Carlos</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>[Pedagogia] Paulo Freire</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 12:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedagogia do Oprimido

Sinopse
O livro apresenta o Método Paulo Freire, a mais importante proposta pedagógica pensada a partir da realidade do Terceiro Mundo. Apesar dos mais de vinte anos que o separam da primeira edição, o Método mantém atual a avaliação do papel da educação, o vigor de suas perspectivas e sua aplicabilidade. É, por isso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=152&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Pedagogia do Oprimido</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img6/49796.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p>O <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> apresenta o Método Paulo Freire, a mais importante proposta pedagógica pensada a partir da realidade do Terceiro Mundo. Apesar dos mais de vinte anos que o separam da primeira edição, o Método mantém atual a avaliação do papel da <acronym title="Livros de Pedagogia, didáticos, estudo, encontre tudo!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=educação" target="_new">educação</a></acronym>, o vigor de suas perspectivas e sua aplicabilidade. É, por isso mesmo, obra de referência, imprescindível ao estudo da pedagogia.</p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span></p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/1022265/78e2281f/Pedagogia_do_Oprimido_Paulo_Freire.html?s=1" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">A Importância do Ato Ler</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/35084.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p>Em sociedade que exclui dois terços de sua população e que impõe ainda profundas injustiças à grande parte do terço para o qual funciona, é urgente que a questão da leitura e da escrita seja vista enfaticamente sob o ângulo da luta política a que a compreensão científica do problema traz sua colaboração. É um absurdo que estejamos chegando ao fim do século, fim de milênio, ostentando os índices de analfabetismo, os índices dos que e das que, mal alfabetizadas, estão igualmente proibidos de ler e de escrever, o número alarmante de crianças interditadas de ter escolarização e que com isso tudo convivamos quase como se estivéssemos anestesiados.</p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span></p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/840288/8f5a3755/A_importncia_de_ler_Paulo_Freire.html?s=1" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/49783.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p>Somos muitos professores neste país. Preocupados com salários, com capacitação, com condições de trabalho, com a tarefa de ensinar. Na busca permanente de aprendizado, poucas vezes encontramos textos apropriados como este. Nele Paulo Freire nos ensina a ensinar partindo do ser professor. Numa linguagem acessivel e didática ele reflete sobre saberes necessários à prática educativo-crítica fundamentados numa ética pedagógica e uma visão de mundo alicerçadas em rigorosidade, pesquisa, criticidade, risco, humildade, bom senso, tolerância, alegria, curiosidade, esperança, competência, generosidade, disponibilidade&#8230; molhadas pela esperança. Aqui as leitoras e os leitores encontrarão a necessária Pedagogia da Autonomia. Autonomia que faz da própria natureza educativa. Sem ela não há ensino, nem aprendizagem.</p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span></p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/1532848/545f0bf5/pedagogia_da_autonomia_paulo_freire_.html?s=1" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Pedagogia da Indignação: Cartas Pedagógicas e Outros</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/185092.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p>As cartas pedagógicas de Paulo Freire recolocam a <acronym title="Livros de Pedagogia, didáticos, estudo, encontre tudo!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=educação" target="_new">educação</a></acronym> no espaço do coloquial e afetivo. Toda a sua obra se encurva, e reencontra o essencial da <acronym title="Livros de Pedagogia, didáticos, estudo, encontre tudo!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=educação" target="_new">educação</a></acronym> &#8211; o diálogo que compartilha e provoca. Ética, liberdade, transformação, violência&#8230; velhos e novos temas se entrelaçam e realçam a antiga verdade freireana &#8211; não se educa sem a capacidade de se indignar diante das injustiças.</p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span></p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/e5cc155e-8706-467b-8f3b-1ed4b92927d0/Pedagogia-da-IndignaÃ§Ã£o---Cartas-PedagÃ³gicas---Paulo-Freire" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span class="postbody"><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/49814.jpg" border="0" /><br />
Título: Pedagogia: Diálogo e Conflito<br />
Autor: MOACIR GADOTTI &amp; PAULO FREIRE &amp; SERGIO GUIMARAES</span></p>
<p>Informações: &#8220;Três educadores, após muitas andanças político-pedagógicas, no Brasil e no exterior, respondem a perguntas que todos se fazem sobre a evolução da <acronym title="Livros de Pedagogia, didáticos, estudo, encontre tudo!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=educação" target="_new">educação</a></acronym> brasileira hoje&#8230;&#8221;</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/1464500/10e7d699/freire_paulo__e_outros_-_pedagogia_-_dialogo_e_conflito.html" target="_blank" class="postlink"><img src="http://img210.imageshack.us/img210/7440/boto14tp.png" border="0" /></a></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/102905.jpg" border="0" /><br />
Título: Conscientização<br />
Autor: Paulo Freire</p>
<p>Informações: &#8220;Na primeira parte, Paulo Freire fala sobre sua origem camponesa e humilde para depois tratar de seu trabalho de alfabetização-conscientização. A segunda parte está centrada no método Paulo Freire&#8230;&#8221;</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/1464508/1e3c5eab/freire_paulo__-_conscientizao.html" target="_blank" class="postlink"><img src="http://img210.imageshack.us/img210/7440/boto14tp.png" border="0" /></a></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/42201.jpg" border="0" /><br />
Título: Medo e Ousadia: O Cotidiano do Professor<br />
Autor: Paulo Freire e Ira Shor</p>
<p>Informações: &#8220;Paulo Freire e Ira Shor trabalham com as angústias cotidianas do professor na experimentação da pedagogia do diálogo, nas mudanças de atitudes práticas e teóricas que a escolha dessa concepção de <acronym title="Livros de Pedagogia, didáticos, estudo, encontre tudo!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=educação" target="_new">educação</a></acronym> implica. É um estímulo, ao fornecer respostas e sugerir soluções às questões do dia-a-dia&#8221;</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/1464521/55d6848d/freire_paulo__e_ira_shor_-_medo_e_ousadia.html" target="_blank" class="postlink"><img src="http://img210.imageshack.us/img210/7440/boto14tp.png" border="0" /></a></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img0/207970.jpg" border="0" /><br />
Título: Paulo Freire para educadores<br />
<span style="font-weight:bold;">Autor: Vera Barreto</span></p>
<p>Resenha: &#8220;Um <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> de fácil leitura e esclarecedor. Acredito que Paulo Freire fica ainda mais acessível p/ os educadores brasileiros que há pouco tempo têm entrado em contato com suas idéias apaixonantes e que nos arrancam do lugar-comum. As idéias e a prática deste brasileiro chegaram e, mesmo após sua morte, chegam a tantos lugares do mundo&#8230; Já é tempo de nos importarmos em conhecer Paulo Freire&#8221; (Juliana de Tatuí/SP)</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/1481306/75e7414d/barreto_vera_-_paulo_freire_para_educadores.html" target="_blank" class="postlink"><img src="http://img210.imageshack.us/img210/7440/boto14tp.png" border="0" /></a><br />
<a href="http://www.4shared.com/file/1464547/eaef863e/freire_paulo_para_educadores.html" target="_blank" class="postlink">Link Alternativo</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/popnews.wordpress.com/152/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/popnews.wordpress.com/152/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/popnews.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/popnews.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/popnews.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/popnews.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/popnews.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/popnews.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/popnews.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/popnews.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/popnews.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/popnews.wordpress.com/152/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=152&subd=popnews&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">jojomaravilha</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Jorge Amado</title>
		<link>http://popnews.wordpress.com/2007/03/05/jorge-amado/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2007 19:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nome: 
Jorge Amado
Nascimento:
10/08/1912
Natural:
Itabuna &#8211; BA
Morte:
06/08/2001
             Filho de João Amado de Faria e de D. Eulália Leal, Jorge Amado de Faria nasceu no             dia 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=145&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font color="#a77532" face="Verdana" size="2"><strong><img src="http://popnews.files.wordpress.com/2007/03/jorgeamado.jpg?w=129&#038;h=173" alt="Jorge Amado" align="left" border="2" height="173" width="129" /></strong></font></p>
<p><font color="#a77532" face="Verdana" size="2"><strong>Nome: </strong></font><font color="#0000a0" face="Verdana" size="2"><br />
</font><font face="Verdana" size="2">Jorge Amado</font><font color="#a77532" face="Verdana" size="2"><strong><br />
Nascimento:<br />
</strong></font><font color="#000000" face="Verdana" size="2">10/08/1912</font><font color="#a77532" face="Verdana" size="2"><strong><br />
Natural:<br />
</strong></font><font color="#000000" face="Verdana" size="2">Itabuna &#8211; BA<br />
</font><font color="#a77532" face="Verdana" size="2"><strong>Morte:<br />
</strong></font><font face="Verdana" size="2">06</font><font color="#000000" face="Verdana" size="2">/08/2001</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">             Filho de João Amado de Faria e de D. Eulália Leal, <strong>Jorge Amado </strong>de Faria nasceu no             dia 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, em Ferradas, distrito de Itabuna &#8211;             Bahia. O casal teve mais três filhos: Jofre (1915), Joelson (1920) e James (1922).</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">Com apenas dez meses, vê seu pai ser ferido numa tocaia dentro de sua própria             fazenda. No ano seguinte uma epidemia de varíola obriga a família a deixar a             fazenda e se estabelecer em Ilhéus. Em 1917 a família muda-se para a Fazenda             Taranga, em Itajuípe, onde seu pai volta à lida na lavoura de cacau.</font></p>
<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Em 1918, já alfabetizado por sua mãe, <strong>Jorge             </strong>retorna a Ilhéus e passa a freqüentar a escola de D. Guilhermina, professora que             não hesitava usar a palmatória e impor outros castigos a seus alunos. No ano de 1922             cria um jornalzinho, &#8220;<em>A Luneta</em>&#8220;, que é distribuído para vizinhos e             parentes. Nessa época vai estudar em Salvador, em regime de internato, no Colégio             Antonio Vieira, de padres jesuítas.</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">A bela redação que apresentou ao padre Luiz Gonzaga Cabral, com o título de &#8220;O             Mar&#8221;, lhe rende elogios e faz com que o religioso passe a lhe emprestar livros de             autores portugueses e de outras partes do mundo. Dois anos depois, seu pai vai             levá-lo até o colégio após as férias. Despedem-se e <strong>Jorge</strong>, ao invés de             entrar nele, foge. Viaja por dois meses até chegar à casa de seu avô paterno,             José Amado, em Itaporanga, no Sergipe. A pedido de seu pai, seu tio Álvaro o leva             de volta para a fazenda em Itajuípe. </font></p>
<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">É matriculado no Ginásio Ipiranga,             novamente como interno. Conhece Adonias Filho e dirige o jornal do grêmio da escola,             &#8220;<em>A Pátria</em>&#8220;.  Pouco tempo depois funda &#8220;<em>A Folha</em>&#8220;,             que fazia oposição ao primeiro. No ano de 1927, passa para o regime de externato e             vai morar num casarão no Pelourinho. Emprega-se como repórter policial no &#8220;<em>Diário             da Bahia</em>&#8220;. Pouco depois vai para o jornal &#8220;<em>O Imparcial</em>&#8220;. Uma             poesia de sua autoria, &#8220;<em>Poema ou prosa</em>&#8220;, é publicada na revista &#8220;<em>A             Luva</em>&#8220;. Conhece o pai-de-santo Procópio, que o nomeará ogã (protetor), o             primeiro de seus muitos títulos no candomblé.</font></p>
<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Reúnem-se em torno do experimentado             jornalista e poeta Pinheiro da Veiga os integrantes da Academia dos Rebeldes, grupo             literário do qual, além de <strong>Jorge</strong>, faziam parte Clóvis Amorim, Guilherme Dias             Gomes, João Cordeiro, Alves Ribeiro, Edison Carneiro, Aydano do Couto Ferraz, Emanuel             Assemany, Sosígenes Costa e Walter da Silveira. A Academia fazia oposição ao grupo Arco             &amp; Flexa e pregava, no dizer de <strong>Jorge Amado</strong>, &#8220;uma arte moderna sem ser             modernista&#8221;. Os trabalhos de seus integrantes são publicados nas revistas             &#8220;<em>Meridiano</em>&#8221; e &#8220;<em>O Momento</em>&#8220;, ambas fundadas por eles.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em 1929, começa a trabalhar em “O             Jornal” onde publica, sob o pseudônimo de Y. Karl, a novela &#8220;<em>Lenita</em>&#8220;,             escrita em parceria com Dias da Costa e Edison Carneiro, que assinavam como Glauter Duval             e Juan Pablo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte transfere-se para o Rio de             Janeiro para estudar. Conhece Vinicius de Moraes, Otávio de Faria e outros nomes             importantes da literatura. &#8220;<em>Lenita</em>&#8221; é editada em livro por A. Coelho             Branco Filho, do Rio de Janeiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Aprovado, entre os primeiros colocados, na             Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, em 1931, <strong>Jorge</strong> vê             publicado pela  Editora Schmidt seu primeiro romance, &#8220;<em>O país do carnaval</em>&#8220;,             com prefácio de Augusto Frederico Schmidt e tiragem de mil exemplares. O livro recebe             elogios dos críticos e torna-se um sucesso de público.</span></p>
<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">No ano de 1932, muda-se para um             apartamento em Ipanema com o poeta Raul Bopp. Conhece José Américo de Almeida, Amando             Fontes, Rachel de Queiroz (através de quem se aproxima dos comunistas) e Gilberto Freyre.             Sai a segunda edição de &#8220;<em>O país do carnaval</em>&#8220;, desta vez com tiragem de             dois mil exemplares. Aconselhado por Otávio de Faria e Gastão Cruls, desiste de publicar             o romance &#8220;<em>Rui Barbosa nº. 2</em>&#8220;; para eles, o livro não passava de uma             cópia de &#8220;<em>O país do carnava</em>l&#8221;. Viaja para Pirangi, na Bahia;             impressionado com a vida dos trabalhadores da região, começa a escrever &#8220;<em>Cacau</em>&#8220;.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A Ariel Editora, do Rio, em 1933, publica             &#8220;<em>Cacau</em>&#8220;, com tiragem de dois mil exemplares e capa e ilustrações de             Santa Rosa. O livro esgota-se em um mês; a segunda edição sai com três mil exemplares.             Entre a primeira e a segunda edição de Cacau, <strong>Jorge</strong> tem acesso, através de José             Américo de Almeida, aos originais de &#8220;<em>Caetés</em>&#8220;, romance de Graciliano             Ramos. Empolgado com o talento do escritor alagoano, viaja para Maceió só para             conhecê-lo, iniciando uma amizade que duraria até a morte de Graciliano. Conhece também             José Lins do Rego, Aurélio Buarque de Holanda e Jorge de Lima. Torna-se redator­chefe             da revista &#8220;<em>Rio Magazine</em>&#8220;. Casa-se em dezembro, em Estância, Sergipe,             com Matilde Garcia Rosa. Juntos, eles lançam, pela Schmidt, o livro infantil Descoberta             do mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em 1934, publica — também pela Ariel             — o romance &#8220;<em>Suor</em>&#8220;. Trabalha na Livraria José Olympio Editora, do             Rio de janeiro, primeiro escrevendo <em>releases</em> e depois na parte editorial             propriamente dita; tendo  influenciado na publicação de &#8220;<em>O conde e o             passarinho</em>&#8220;, primeiro livro de Rubem Braga, e no lançamento de autores             latino-americanos como o uruguaio Enrique Amorim, o equatoriano Jorge Icaza, o peruano             Ciro Alegría e o venezuelano Rómulo Gallegos (de quem traduziu o romance &#8220;<em>Dona             Bárbara</em>&#8220;).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Nasce sua filha Eulália Dalila Amado, em             1935. Escreve em &#8220;<em>A Manhã</em>&#8220;, jornal da Aliança Nacional Libertadora,             pelo qual cobre a viagem do presidente Getúlio Vargas ao Uruguai e à Argentina. &#8220;<em>Cacau</em>&#8221;             é publicado pela Editorial Claridad, de Buenos Aires. Neste mesmo ano &#8220;<em>Cacau</em>&#8221;             e &#8220;<em>Suor</em>&#8221; seriam lançados em Moscou. Conclui o curso de Direito. Lança             &#8220;<em>Jubiabá</em>&#8221; pela José Olympio Editora.  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sofre sua primeira prisão em 1936, por             motivos políticos: acusado de participar do levante ocorrido em novembro do ano anterior             em Natal — chamado de &#8220;Intentona Comunista” — é detido no Rio.             Publica “<em>Mar morto</em>”, que recebe o Prêmio Graça Aranha, da Academia             Brasileira de Letras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte faz papel de pescador no             filme “Itapuã”, de Ruy Santos, no qual também colabora com o argumento. Viaja             pela América Latina e depois vai aos Estados Unidos. Enquanto está fora, sai no Brasil             “<em>Capitães da areia</em>”. Quando chega a Belém, vindo do exterior, é             avisado pelo escritor paraense Dalcídio Jurandir do golpe de Vargas. Foge para Manaus,             mas lá é preso. Seus livros, considerados subversivos, são queimados em plena Salvador             por determinação da Sexta Região Militar. Segundo as atas militares, foram queimados             1.694 exemplares de &#8220;<em>O país do carnaval</em>&#8220;, &#8220;<em>Cacau</em>&#8220;,             &#8220;<em>Suor</em>&#8220;, &#8220;<em>Jubiabá</em>&#8220;, &#8220;<em>Mar morto</em>&#8221; e             &#8220;<em>Capitães da areia</em>&#8220;.</span></p>
<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Liberto, em 1938, o escritor é mandado             para o Rio. Muda-se para São Paulo, onde reside com Rubem Braga. Depois vai para a Bahia             e em seguida, Sergipe; aqui imprime uma pequena edição do livro de poemas “<em>A             estrada do mar</em>”, que distribui para os amigos. Estréia em dois consagrados             idiomas literários do Ocidente: &#8220;<em>Suor</em> &#8221; sai em inglês pela pequena New             America, de Nova York, e &#8220;<em>Jubiabá</em>&#8221; em francês pela prestigiosa             Gallimard.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Retorna ao Rio no ano de 1939. Exerce             intensa atividade política, em decorrência das torturas de presos e a desarticulação             do Partido Comunista. Torna-se redator-chefe das revistas <em>Dom Casmurro</em> e <em>Diretrizes</em>.             Inicia colaboração com a revista <em>Vamos ler</em>; que manterá até 1941. Compõe, com             Dorival Caymmi e Carlos Lacerda, a serenata &#8220;<em>Beijos pela noite</em>&#8220;. O             escritor franco-argelino Albert Camus, futuro Nobel de Literatura (1957), escreve artigo             no jornal <em>Alger Républicain</em> classificando &#8220;<em>Jubiabá</em>&#8221; de             &#8220;magnífico e assombroso&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em>Diretrizes</em> publica o primeiro             capítulo de &#8220;<em>ABC de Castro Alves</em>&#8220;, em 1940, e edita também, em forma de             folhetim, a novela &#8220;<em>Brandão entre o mar e o amor</em>&#8220;, iniciada por Jorge             Amado e continuada por José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Rachel de             Queiroz. Trabalha no jornal <em>Meio-Dia</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Decide escrever, em 1941, um livro sobre             Luís Carlos Prestes, pensando numa possível campanha por sua anistia. Viaja para o             Uruguai a fim de recolher material; também faz pesquisas sobre o tema na Argentina.             Lança &#8220;<em>ABC de Castro Alves</em>&#8220;, pela Livraria Martins Editora, de São             Paulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Publica em Buenos Aires &#8220;A vida de             Luís Carlos Prestes&#8221;, em 1942. Embora editado em espanhol, o livro é vendido             clandestinamente no Brasil. Volta ao país, mas é preso ao desembarcar em Porto Alegre.             De lá é enviado para o Rio. Não permanece, porém, na então capital federal: a             polícia decide despachá-lo para Salvador, onde fica confinado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">1943 marca sua volta às páginas de <em>O             Imparcial</em> assinando a seção &#8220;<em>Hora da guerra</em>&#8221; e escrevendo pequenas             histórias na coluna &#8220;<em>José, o ingênuo</em>&#8220;, que reveza com o jornalista e             escritor baiano Wilson Lins. Sai &#8220;<em>Terras do sem fim</em>&#8220;, seu primeiro livro             a ser vendido livremente após seis anos de censura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em 1944, a pedido de Bibi Ferreira             escreve a peça &#8220;<em>O amor de Castro Alves</em>&#8220;, mas a companhia teatral da             atriz é desfeita antes da encenação. Lança &#8220;<em>São Jorge dos Ilhéus</em>&#8220;.             Desquita-se de Matilde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Participa, em janeiro de 1945, na condição             de chefe da delegação baiana, do I Congresso de Escritores, em São Paulo. O encontro             termina com uma manifestação contra o Estado Novo. <strong>Jorge</strong> é preso por um breve             período juntamente com Caio Prado Jr. O Barão de Itararé apresenta o romancista a             Zélia Gattai na Boate Bambu, durante jantar em homenagem aos participantes do Congresso             de Escritores. Passa a viver em São Paulo, onde chefia a redação do jornal <em>Hoje</em>,             do Partido Comunista Brasileiro. Escreve também na Folha da Manhã. Torna-se secretário             do Instituto Cultural Brasil-URSS, cujo diretor era Monteiro Lobato. Sai no Brasil &#8220;<em>A             vida de Luís Carlos Prestes</em>&#8220;, rebatizado de &#8220;<em>O cavaleiro da esperança</em>&#8220;.             Em julho, passa a viver com Zélia. No mesmo mês participa, ao lado do poeta chileno             Pablo Neruda (que em 1971 ganharia o Nobel de Literatura), do comício de Luís Carlos             Prestes no Estádio do Pacaembu, em São Paulo. Lança &#8220;<em>Bahia de Todos os Santos</em>&#8220;.             É eleito, com 15.315 votos, deputado federal pelo PCB. Publica o conto &#8220;<em>História             de carnaval</em>&#8221; na revista <em>O Cruzeiro</em>. &#8220;<em>Terras do sem fim</em>&#8221;             sai pela respeitada editora A. Knopf, de Nova York.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte assume o mandato na             Assembléia Constituinte e passa a residir no Rio de Janeiro. Várias de suas emendas,             como a da liberdade de culto religioso e a que dispõe sobre direitos autorais, são             aprovadas. Lança &#8220;<em>Seara vermelha</em>&#8220;, pela Martins e, pela Edições             Horizonte, do Rio de Janeiro, &#8220;<em>Homens e coisas do Partido Comunista</em>&#8220;.             Entusiasmado com a leitura de &#8220;<em>Jubiabá</em>&#8220;, chega à Bahia o fotógrafo e             etnólogo francês Pierre Verger, que acabaria se radicando em Salvador e se tornando um             dos amigos mais íntimos de <strong>Jorge Amado</strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Publica, em 1947, pela Editora do Povo, do             Rio de Janeiro, &#8220;<em>O amor de Castro Alves</em>&#8220;. É um ano de vários             acontecimentos na área do cinema para o escritor: a Atlântida compra os direitos de             &#8220;<em>Terras do sem fim</em>&#8220;; ele escreve os diálogos do filme &#8220;<em>O cavalo             número 13</em>&#8220;, uma produção de Fernando de Barros e ainda o argumento de &#8220;<em>Estrela             da manhã</em>&#8220;, que seria dirigido por Mário Peixoto, encarregado também do roteiro             (o filme acabou sendo feito, mas não por Peixoto). Nasce, no Rio de Janeiro, o filho             João Jorge.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Com o cancelamento, em janeiro de 1948, do             registro do Partido Comunista, o mandato de <strong>Jorge Amado</strong> é cassado. Sem assento na             Câmara Federal e tendo seus livros considerados como &#8220;material subversivo&#8221;, o             escritor, ainda no mês de janeiro, parte sozinho em exílio voluntário para Paris. Em             fevereiro, sua casa no Rio é invadida por agentes federais, que apreendem livros, fotos e             documentos. Logo após o episódio, Zélia e o filho partem para Gênova, Itália, onde             Jorge os apanha, levando-os a residir com ele em Paris. É nesta ocasião que o escritor             trava amizade com Jean-Paul Sartre, Picasso e outros expoentes da literatura e da arte             mundial. Na Polônia, participa do Congresso Mundial de Escritores e Artistas pela Paz.             Com o título de &#8220;<em>Terras violentas</em>&#8220;, estréia no Rio a adaptação da             Atlântida do romance &#8220;<em>Terras do sem fim</em>&#8220;. Para comemorar o primeiro             aniversário do filho, escreve a história &#8220;<em>O gato Malhado e a andorinha Sinhá</em>&#8220;.             Viaja pela Europa e União Soviética.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em 1949, dirigindo-se para a             Tchecoslováquia, onde participaria de um congresso de escritores, sofre um acidente de             avião na cidade de Frankfurt, Alemanha; escapa ileso. Morre no Rio, &#8220;de             repente&#8221;, conforme conta o escritor, sua filha Eulália.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por motivos políticos, em 1950, o governo             francês expulsa <strong>Jorge Amado</strong> e sua família do país. O escritor, Zélia e João             Jorge passam a residir em Dobris, Tchecoslováquia, no castelo da União dos Escritores.             Realiza viagens políticas pela Europa Central e União Soviética. Escreve &#8220;<em>O             mundo da paz</em>&#8220;, livro sobre os países socialistas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte escreve o romance tripartido             &#8220;<em>Os subterrâneos da liberdade</em>&#8221; (<em>Os ásperos tempos, Agonia da noite </em>e<em>             A luz no túnel</em>). Sai no Brasil, pela Editorial Vitória, do Rio, o livro &#8220;<em>O             mundo da paz</em>&#8221; pelo qual <strong>Jorge Amado</strong> seria processado e enquadrado na lei             de segurança. Nasce em Praga sua filha Paloma. Recebe, em Moscou, o Prêmio Internacional             Stalin.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vai à China e à Mongólia, em 1952. Volta             ao Brasil com a família fixando residência no apartamento de seu pai, no Rio de Janeiro.             Responde ao processo por &#8220;<em>O mundo da paz</em>&#8220;. O juiz responsável pelo caso             arquiva o processo, dizendo que o livro &#8220;é sectário e não subversivo&#8221;. Com a             aprovação, nos Estados Unidos, da lei anticomunista, o escritor é proibido de entrar             naquele país; seus livros também são vetados por lá.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Viaja à Europa, Argentina e Chile, em 1953.             Na última etapa do giro, é informado sobre a doença de Graciliano Ramos. Volta ao             Brasil para rever o amigo, que acabaria morrendo em seguida. <strong>Jorge Amado</strong> faz então             o discurso de despedida à beira do túmulo de Graciliano, a quem substitui na             presidência da Associação Brasileira de Escritores. Dirige a coleção &#8220;<em>Romances             do povo</em>&#8220;, da Editorial Vitória; acabará fazendo este trabalho até 1956. Sai a             quinta edição de &#8220;<em>O mundo da paz</em>&#8220;; o escritor proíbe reedições da             obra, por acreditar que o livro &#8220;trazia uma visão desatualizada da realidade dos             países socialistas&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O romance &#8220;<em>Os subterrâneos da             liberdade</em>&#8221; é lançado em três volumes, em 1954. A trilogia provoca uma dura             reação dos trotskistas brasileiros, gerando polêmica com o jornalista Hermínio             Sacchetta (o &#8220;Abelardo Saquilá&#8221; do romance). Sai em Portugal, pela Editorial             Avante, um folheto de seis páginas assinado por Jorge Amado e Pablo Neruda, cujo objetivo             era contribuir para a libertação do líder comunista Álvaro Cunhal e marcar posição             contra o salazarismo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De janeiro a março de 1955, permanece em             Viena. Em dezembro faz rápida viagem à Bahia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">É lançada, pela Ricordi brasileira, em             1956, a partitura de &#8220;<em>Não te digo adeus</em>&#8220;, com letra de Jorge Amado e             música do músico e maestro amazonense Cláudio Santoro. Assume no Rio a chefia de             redação do quinzenário <em>Para-todos</em>, ao lado do irmão James, de Oscar Niemeyer e             Moacir Werneck de Castro, dentre outros. Sai do Partido Comunista, segundo explica,             &#8220;porque queria voltar a escrever&#8221;. <strong>Jorge Amado</strong> diz que sabia desde 1954             das atrocidades de Stalin, denunciadas publicamente neste ano no XX Congresso do PCUS.             &#8220;Mas na realidade deixei de militar politicamente porque esse engajamento estava me             impedindo de ser escritor&#8221;, afirma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Viaja ao Oriente ao lado de Zélia, Pablo e             Matilde Neruda, em 1957. &#8220;<em>Terras do sem fim</em>&#8221; é lançado em quadrinhos.             Carlo Ponti, cineasta italiano, compra os direitos de &#8220;<em>Mar morto</em>&#8220;; mas o             filme não chega a ser realizado. Conhece a mãe-de-santo Menininha do Gantois, a quem             ficaria ligado até a morte dela, ocorrida em agosto de 1986.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Na tranqüilidade de Petrópolis, em 1958,             escreve &#8220;<em>Gabriela, cravo e canela</em>&#8220;. O livro, publicado em agosto, esgota             20 mil exemplares em apenas duas semanas; até dezembro venderia mais de 50 mil             exemplares. Sai o disco &#8220;<em>Canto de amor à Bahia e quatro acalantos de Gabriela,             cravo e canela</em>&#8220;, trazendo leituras de Jorge Amado e música de Dorival Caymmi.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte, &#8220;<em>Gabriela</em>&#8221;             coleciona prêmios: Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro; Jabuti, da Câmara             Brasileira do Livro e Luiza Cláudio de Souza, do Pen Club, são alguns deles. O romance             ultrapassa a casa dos 100 mil exemplares vendidos. Recebe em Salvador, do Axé Opô             Afonjá, um dos mais altos títulos do candomblé, o de obá orolu (também receberam tal             distinção o compositor Dorival Caymmi e o artista plástico Carybé). &#8220;Obá, no             sentido primitivo, é um dos doze ministros de Xangô&#8221;, explica <strong>Jorge Amado</strong>.             Funda a Academia de Letras de Ilhéus. Lança na revista <em>Senhor</em>, do Rio de Janeiro,             a novela &#8220;<em>A morte e a morte de Quincas Berro Dágua</em>&#8220;; a idéia inicial             era que este texto, de 98 páginas datilografadas e escrito em dois dias, integrasse o             romance &#8220;<em>Os pastores da noite</em>&#8220;. Naquela mesma publicação sairia o conto             &#8220;<em>De como o mulato Porciúncula descarregou o seu defunto</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Na condição de vice-presidente da União             Brasileira  de Escritores, Jorge Amado promove, com o então presidente Peregrino             Jr., o Festival do Escritor Brasileiro num shopping center de Copacabana, em 1960. A data             do evento, 25 de julho; acabaria sendo consagrada, por decreto governamental, como             &#8220;Dia do Escritor&#8221;. Ciceroneia o casal Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir em             sua estada no Brasil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por unanimidade, é eleito, no dia 6 de             abril de 1961, em primeiro escrutínio, para a cadeira 23 da Academia Brasileira de             Letras, que pertencia a Otávio Mangabeira. No mesmo mês estréia na Tv Tupi do Rio de             Janeiro a adaptação de &#8220;<em>Gabriela</em>&#8221; feita por Antônio Bulhões de             Carvalho e com direção de Maurício Sherman; no papel­título da novela está Janete             Vollu de Carvalho e no de Nacib, Renato Consorte. A Metro Goldwin Mayer compra os direitos             de adaptação para o cinema de &#8220;<em>Gabriela</em>&#8220;. Com o dinheiro, <strong>Jorge</strong>              adquire um terreno em Rio Vermelho, então na periferia de Salvador, e começa a construir             lá uma casa. Anos depois, o escritor recompraria do estúdio americano os direitos do             romance. Ele assegura que não se lembra mais de nenhum dos valores negociados com a             Metro. A posse na ABL acontece no dia 17 de julho; lá <strong>Jorge Amado</strong> é recepcionado             por<span>   </span>Raimundo Magalhães Jr. Saí &#8220;<em>Os             velhos marinheiros</em>&#8220;, livro que comporta as novelas &#8220;<em>A morte e a morte de             Quincas Berro Dáguá</em>&#8221; e &#8220;<em>A completa verdade sobre as discutidas             aventuras do comandante Vasco Moscoso de Aragão, capitão de longo curso</em>&#8220;. É             eleito membro do Conselho da Presidência do Pen Club do Brasil. O presidente Juscelino             Kubitschek convida-o para ser embaixador do Brasil na República Árabe Unida; o escritor             recusa o convite. Homenagens no Rio, na Bahia e em outros estados por seus 30 anos de             atividade literária; sua editora, a Martins, lança um livro alusivo à data. A revista             francesa <em>Les Temps Modernes</em> publica a tradução de &#8220;<em>A morte e a morte de             Quincas Berro Dágua</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Seu pai morre no Rio de Janeiro, aos 81 anos             de idade, em 1962. Cria a Proa Filmes, companhia de cinema cujo primeiro e único trabalho             é a adaptação de &#8220;<em>Seara vermelha</em>&#8220;, com direção de Alberto D&#8217;Avessa e             estrelada por Marilda Alves; o filme estrearia no ano seguinte. Saí, pela gráfica O             Cruzeiro, o romance policial &#8220;<em>O Mistério dos MMM</em>&#8220;, escrito por Jorge             Amado, Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, José             Condé, Guimarães Rosa, Antonio Callado, Orígenes Lessa e Rachel de Queiroz. Viagem a             Havana, a convite da União dos Escritores Cubanos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">&#8220;<em>O cavaleiro da esperança</em>&#8221;             é apreendido pela polícia, em 1963. Instala­se na casa do bairro de Rio Vermelho (à             Rua Alagoinhas, 33), onde reside até falecer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> Lança             &#8220;<em>Os pastores da noite</em>&#8220;, em 1964.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte             publica o conto &#8220;<em>As mortes e o triunfo de Rosalinda</em>&#8221; na antologia &#8220;<em>Os             dez mandamentos</em>&#8220;, da editora Civilização Brasileira, do Rio de Janeiro. Graças             à intervenção de Guilherme Figueiredo, então adido cultural do Brasil na França,             Jorge Amado e sua família recebem autorização para poder entrar de novo naquele país.             A Warner Brothers adquire os direitos de filmagem de &#8220;<em>A completa verdade sobre as             discutidas aventuras do comandante Vasco Moscoso de Aragão, capitão de longo curso</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoBodyText"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mais de mil             pessoas comparecem à primeira sessão de autógrafos de <strong>Jorge Amado</strong> em Portugal,             em 1966, na Sociedade Nacional de Belas Artes. O escritor chega aos mil autógrafos no             lançamento de &#8220;<em>Dona Flor e seus dois maridos</em>&#8221; na livraria Civilização             Brasileira, em Salvador. O romance sai com tiragem de 75 mil exemplares. Uma segunda             sessão de autógrafos é marcada na capital baiana para atender aos leitores que ficaram             de fora da primeira.<br />
</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><img src="http://popnews.files.wordpress.com/2007/03/jorgeamado1.gif" alt="jorgeamado1.gif" /><br />
<span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">             A União Brasileira de Escritores, presidida por Peregrino Jr., apresenta em Estocolmo a             candidatura formal de <strong>Jorge Amado</strong> ao Prêmio Nobel de Literatura, em 1967, embora o             escritor a recuse. Durante duas horas e meia, <strong>Jorge</strong> depõe para o arquivo do             Museu da Imagem e do Som, na presença de James Amado, do crítico Eduardo Portella e do             romancista Antonio Olinto, dentre outros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A UBE insiste em             apresentar novamente a candidatura de <strong>Jorge Amado</strong> ao Nobel, em 1968. O escritor             concorda, mas exige que ela seja feita junto com a do romancista português Ferreira de             Castro, seu amigo. O cineasta polonês Roman Polanski visita o escritor na Bahia para             &#8220;agradecer a alegria que seus livros me proporcionaram na juventude&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte             lança &#8220;<em>Tenda dos milagres</em>&#8221; (tiragem de 75 mil exemplares), livro que             começou a escrever na casa de campo do pintor baiano Genaro de Carvalho. Jorge dizia ter             sido este seu melhor romance.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Recebe em São             Paulo o Prêmio Juca Pato &#8211; 1970, da União Brasileira de Escritores, como             &#8220;Intelectual do Ano&#8221;. Lidera, ao lado do escritor gaúcho Érico Veríssimo, um             movimento contra a censura prévia aos livros. Estréia o filme &#8220;<em>Capitães da             areia</em>&#8220;, produção americana dirigida por Hall Bartlett.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Seu primeiro             neto, Bruno, filho de João Jorge e Maria da Luz Celestino nasce em Salvador, em 1971.             Divide com Ferreira de Castro o Prêmio Gulbenkian de Ficção, entregue na Academia do             Mundo Latino, em Paris. Faz conferência no Instituto de Letras da Universidade da             Pensilvânia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sua mãe morre             em Salvador, aos 88 anos de idade, em 1972. Nasce Mariana, a primeira neta, filha de             Paloma e Pedro Costa. Sai &#8220;<em>Tereza Batista cansada de guerra</em>&#8220;. A escola de             samba Lins Imperial, de São Paulo, apresenta o enredo &#8220;<em>Bahia de Jorge Amado</em>&#8220;.             Numa viagem à Europa encontra, em Barcelona, o escritor colombiano Gabriel García             Márquez, futuro Nobel de Literatura (1982).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Nasce Maria             João, filha de João Jorge e Maria da Luz, em 1973. Fernando Sabino dirige um             documentário sobre <strong>Jorge Amado</strong>, &#8220;<em>Na casa do Rio Vermelho</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Inaugurado em             Salvador o Hotel Pelourinho, com registro em placa da época em que o escritor morou             naquele local, em 1974.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A Martins, que             havia pedido concordata no ano anterior, começa a lançar livros de <strong>Jorge Amado</strong> em             co-edição com a Record, do Rio de Janeiro, em 1975. Marcel Camus leva para o cinema o             romance &#8220;<em>Os pastores da noite</em>&#8220;, que é exibido na França com o título             de &#8220;<em>Otalia da Bahia</em>&#8220;. Este é o ano também da estréia do maior sucesso             do escritor na TV: a adaptação de Walter George Durst do romance &#8220;<em>Gabriela,             cravo e canela</em>&#8220;, levada ao ar pela Rede Globo, com direção de Walter Avancini,             Sônia Braga no papel-título e Armando Bogus interpretando Nacib.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Com o fechamento             da Livraria Martins Editora, em 1976, <strong>Jorge</strong> passa a ser autor exclusivo da Record.             Nasce a neta Cecília, filha de Paloma e Pedro Costa. Estréia no cinema &#8220;<em>Dona             Flor e seus dois maridos</em>&#8220;, de Bruno Barreto, com Sônia Braga, José Wilker e             Mauro Mendonça. Após três meses de exibição o filme bate recorde de bilheteria —             dez milhões de espectadores. Na Bahia, começa a escrever &#8220;<em>Tieta do Agreste</em>&#8220;.             Participa da Feira Internacional do Livro de Frankfurt; que neste ano é dedicada à             literatura latino-americana. A pedido do filho João Jorge e do amigo Carybé, que faz as             ilustrações, publica &#8220;<em>O gato Malhado e a andorinha Sinhá</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No ano seguinte,             cercado de intensa campanha publicitária, é lançado no Rio o romance &#8220;<em>Tieta do             Agreste</em>&#8220;, que <strong>Jorge Amado</strong> concluíra em Londres. Também no Rio o autor,             participa do ato de inauguração da rua Tieta do Agreste, localizada no Recreio dos             Bandeirantes, zona sul da cidade. Recebe o título de sócio benemérito do afoxé Filhos             de Gandhi. Estréia &#8220;<em>Tenda dos milagres</em>&#8220;, filme de Nelson Pereira dos             Santos. Interpreta um dos apóstolos de Cristo na cena da &#8220;<em>Última Ceia</em>&#8221;             do filme <em>A Idade da Terra</em>, de Glauber Rocha. A casa onde o escritor viveu em             Ferradas é tombada pela Prefeitura de Itabuna. Grava no Rio, para a Biblioteca do             Congresso dos Estados Unidos, trechos de seus romances &#8220;<em>Os pastores da noite</em>&#8221;             e &#8220;<em>Tereza Batista cansada de guerra</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em 1978, Glauber             Rocha realiza documentário abordando a obra de <strong>Jorge Amado</strong>. O escritor oficializa,             no dia 13 de maio, sua união com Zélia Gattai; a cerimônia acontece na casa do pintor             Calasans Neto, em Itapuã.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sai &#8220;<em>Farda             fardão camisola de dormir</em>&#8220;, em 1979. Estréia na Broadway o musical <em>Saravá</em>,             de Richard Nash e Mitch Leigh, baseado em &#8220;<em>Dona Flor e seus dois maridos</em>&#8220;.             Escreve, sob encomenda de um banco, para uma edição especial de fim de ano, o conto             &#8220;<em>Do recente milagre dos pássaros acontecido em terras de Alagoas, nas ribanceiras             do rio São Francisco</em>&#8220;. Lança em disco, pela Som Livre, uma versão do livro             &#8220;<em>Bahia de Todos os Santos</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Nasce João             Jorge Filho, em 1980, outro neto que lhe é dado por João Jorge e Maria da Luz. A revista             <em>Vogue Brasil</em> dedica um número a <strong>Jorge Amado</strong>, que escreve o texto &#8220;<em>O             menino grapiúna</em>&#8220;, onde conta reminiscências da época em que viveu na região             cacaueira. Daí surgiu a idéia de &#8220;<em>Tocaia Grande</em>&#8220;, que falaria do             nascimento e desenvolvimento de uma cidade naquela área. Recebe o título de Doutor             Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia. É condecorado como Grande Oficial da             Ordem de Santiago da Espada pelo presidente português Ramalho Eanes. Participa, na             condição de convidado especial, do programa <em>L&#8217;apostrophe</em>, da televisão francesa,             comandado por Bernard Pivot.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">&#8220;<em>O             menino grapiúna</em>&#8221; é lançado numa edição não-comercial, em 1981. O jornal             francês <em>Le Matin</em> publica o conto &#8220;<em>Do recente milagre dos pássaros             acontecido em terras de Alagoas, nas ribanceiras do rio São Francisco</em>&#8220;. &#8220;<em>Terras             do sem fim</em>&#8221; estréia na Tv Globo (adaptação de Walter George Durst e direção             de Herval Rossano); na trilha sonora, <strong>Jorge Amado</strong> assina, com Dorival Caymmi, a             música <em>Cantiga de cego</em>. No centenário de Ilhéus, o escritor é homenageado com             uma placa e uma escultura de bronze numa rua que leva seu nome; uma outra rua ganha o nome             de seu pai. É entrevistado em Salvador pelo escritor peruano Mario Vargas Llosa, que à             época apresentava, nas noites de domingo, um programa na TV de seu país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O autor passa a             ser nome de rua em Itapuã, em 1982. É homenageado no carnaval de Salvador pelo bloco             Dengo da Bahia, que apresenta o enredo <em>Bahia de Jorge Amado</em>. Começa a escrever             &#8220;Bóris, o vermelho&#8221;, que, por diferentes motivos, seria seguidamente             interrompido e acabou não sendo  concluído. Na primeira vez que adiou a redação             de </span>&#8220;<span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bóris&#8221;,             disse que foi &#8220;porque a idéia não estava bem amadurecida&#8221;. <strong>Jorge Amado</strong>             inicia &#8220;<em>Tocaia Grande</em>&#8220;. A Caixa Econômica Federal lança seis milhões             de bilhetes de loteria com a efígie do escritor. Zélia Gattai publica <em>Um chapéu para             viagem</em>, onde conta como conheceu <strong>Jorge</strong>. Sai a edição comercial de &#8220;<em>O             menino grapiúna</em>&#8220;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Nasce Jorge             Amado Neto, filho de João Jorge com sua segunda mulher, Rízia Vaz Coutrim, em 1983.             Inaugurado em Ferradas um busto do escritor. Estréia o filme &#8220;<em>Gabriela</em>&#8220;,             co-produção Brasil­Itália dirigida por Bruno Barreto com Sônia Braga no papel-título             e o ator italiano Marcello Mastroianni interpretando Nacib.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em 1984, publica             &#8220;<em>Tocaia Grande</em>&#8221; (com uma anunciada tiragem inicial de 150 mil             exemplares). Tenta retomar &#8220;<em>Bóris, o vermelho</em>&#8220;, mas o deixa de lado para             escrever &#8220;<em>A guerra dos santos</em>&#8220;, título original do romance que se             chamaria &#8220;<em>O sumiço da santa</em>&#8220;. O presidente francês, François             Mitterrand, outorga-lhe a comenda da Legião da Honra. Lança &#8220;A bola e o             goleiro&#8221;, uma história infantil. Começa a articular a criação da Fundação Casa             de Jorge Amado. Zélia publica <em>Senhora dona do baile</em>, onde fala do primeiro exílio             do escritor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Toma posse na             Academia de Letras da Bahia (cadeira 21), em 1985. Recebe o título de Grão-Mestre da             Ordem do Rio Branco, no grau de Grande Oficial, oferecido pelo governo brasileiro.             Participa do Festival de Cinema de Cannes. É homenageado pelo Centro Georges Pompidou, de             Paris, onde se realiza um debate sobre sua obra. Estréia na Rede Globo a minissérie             &#8220;<em>Tenda dos milagres</em>&#8221; (adaptação de Aguinaldo Silva e Regina Braga e             direção de Paulo Afonso Grisolli, Maurício Farias e Ignácio Coqueiro; no papel de             Pedro Archanjo, Nelson Xavier).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Morre, em 1986,             aos 73 anos de idade, sua ex-esposa Matilde Mendonça Garcia Rosa. Participa, como             presidente do júri, do VIII Festival Internacional do Novo Cinema Latino-Americano, em             Cuba; na ocasião, é homenageado por Fidel Castro. Decreto assinado pelo presidente José             Sarney no dia 2 de julho, data de aniversário de Zélia Gattai, cria a Fundação Casa de             Jorge Amado. Lança, pela Berlendis &amp; Vertecchia, de São Paulo, &#8220;<em>O capeta             Carybé</em>&#8220;, sobre o artista plástico argentino, nascido Hector Julio Páride             Bernabó, seu amigo desde os anos 50, quando se instalou na Bahia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Inaugurada, no             dia 7 de março de 1987, a Fundação Casa de Jorge Amado, que passa a desenvolver intenso             trabalho de preservação e divulgação da obra do escritor. Na presidência da entidade             está Germano Tabacof e na diretoria executiva, Myriam Fraga. O símbolo da Casa é um exu             desenhado por Carybé, que já vinha aparecendo nas edições dos livros de Jorge Amado.             Segundo o escritor, exu é um deus dos mais importantes nas religiões fetichistas; se             elas admitissem a existência do diabo, ele seria o diabo. Segundo as mães-de-santo,             &#8220;exu é uma divindade travessa, uma criança, que adora pregar peças e,             principalmente, não admite censura&#8221;. Recebe o título de Doutor Honoris Causa da             Universidade Lumière, da cidade francesa de Lyon. Lançamento da revista Exu, da             Fundação Casa de Jorge Amado; o número de estréia traz uma bibliografia do escritor e             um texto dele intitulado &#8220;<em>O enterro do Yalorixá</em>&#8220;. Zélia lança o livro <em>Reportagem             incompleta</em>, que reúne fotos que ela fez de <strong>Jorge Amado</strong>. O escritor recebe o             título de sócio honorário do Pen Club do Brasil. Lançado 0 filme &#8220;<em>Jubiabá</em>&#8220;,             dirigido por Nelson Pereira dos Santos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Zélia Gattai             publica, em 1988, <em>Jardim de inverno</em>, onde fala do exílio na Tchecoslováquia em             companhia de <strong>Jorge Amado</strong>. A Orquestra Sinfônica da Bahia, sob regência do maestro             Carlos Veiga, apresenta uma peça do compositor paulista Francisco Mignone inspirada em             &#8220;<em>A morte e a morte de Quincas Berro Dágua</em>&#8220;. Publica &#8220;<em>O sumiço             da santa</em>&#8220;. Recebe em Brasília o Prêmio Pablo Picasso, da Unesco, durante o             Simpósio Internacional de Escritores da América Latina e do Caribe. Inauguração, em             Ilhéus, da Casa de Cultura Jorge Amado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A escola de             samba Império Serrano, do Rio de Janeiro, apresenta o enredo &#8220;<em>Jorge Amado &#8211; Axé,             Brasil</em>&#8220;, em 1989. Recebe o Prêmio Pablo Neruda, da Associação dos Escritores             Soviéticos. Estréia na Rede Globo a novela &#8220;<em>Tieta</em>&#8220;, com adaptação de             Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares e direção de Paulo Ubiratan,             Reynaldo Boury e Luiz Fernando Carvalho; no papel-título, Bety Faria. <strong>Jorge Amado</strong>             é entrevistado no programa do escritor Georges Simenon na TF1 (França). Escreve texto em             favor da candidatura à Presidência da República, pelo Partido Comunista Brasileiro, do             deputado federal Roberto Freire (PE). Estréia na Tv Bandeirantes a minissérie &#8220;<em>Capitães             da areia</em>&#8220;, com adaptação de José Louzeiro e Antonio Carlos Fontoura e             direção de Walter Lima Jr.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em 1990,             participa, como representante do Brasil, da comissão internacional que dará assessoria             ao projeto de reconstrução da antiga biblioteca de Alexandria, no Egito. Aberto em             Recife o arquivo do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) pernambucano, no qual             o prontuário de número 6.172 trata das atividades políticas de <strong>Jorge Amado</strong>.             Recebe o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Israel e da Universidade Dagli             Studi de Bari, Itália. Na Itália recebe os prêmios Cino del Duca, concedido por um             júri presidido pelo escritor Maurice Druon, secretário-geral da Academia Francesa. A             Universidade Livre de Berlim realiza o seminário &#8220;Cultura popular na obra de Jorge             Amado&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Paralelamente a             &#8220;<em>Bóris, o vermelho</em>&#8220;, escreve &#8220;<em>Navegação de cabotagem</em>&#8220;,             relato memorialístico, em 1991. Recebe o teatrólogo e novelista Dias Gomes na Academia             Brasileira de Letras. Escreve, sob encomenda, para uma empresa italiana, a história             &#8220;<em>A descoberta da América pelos turcos</em>&#8220;, que deveria ser incluída num             livro ao lado de textos do americano Norman Mailer e do mexicano Carlos Fuentes. Preside o             14° Festival Cultural de Asylah, Marrocos, cujo tema é &#8220;Mestiçagem, o exemplo do             Brasil&#8221;. Participa do Fórum Mundial das Artes em Veneza, Itália.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Estréia na Rede             Globo, em 1992, a minissérie &#8220;<em>Tereza Batista</em>&#8221; (com adaptação de             Vicente Sesso, direção de Paulo Afonso Grisolli e Patrícia França no papel-título).             Publica &#8220;<em>Navegação de cabotagem</em>&#8220;. Uma série de eventos comemora os 80             anos do escritor. As principais homenagens, naturalmente, se concentram em Salvador: shows             no Pelourinho, debates, exposições. Para festejar a data, a Fundação Casa de Jorge             Amado publica o livro &#8220;<em>Jorge Amado: 80 anos de vida e obra</em>&#8220;, organizado             por Maried Carneiro e Rosane Canelas Rubim. Paloma Amado e Pedro Costa iniciam a revisão             completa da obra do escritor, a fim de eliminar erros acumulados ao longo das sucessivas             reedições de seus livros. É homenageado no Centro Georges Pompidou com a exposição <em>Jorge             Amado, écrivain de Bahia</em>; no mesmo local participa do seminário &#8220;Reencontro de             dois mundos&#8221;, realizado para comemorar o quarto centenário do descobrimento da             América.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Publica, em             1994, no Brasil, &#8220;<em>A descoberta da América pelos turcos</em>&#8221; (o projeto do             livro com Mailer e Fuentes não vingara, mas o texto de <strong>Jorge Amado</strong> já tinha             saído em 1992 na França). &#8220;<em>Gabriela, cravo e canela</em>&#8221; inaugura a série             de relançamentos revisados da obra do escritor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Recebe, dos             governos brasileiro e português, o Prêmio Camões, em 1995. Começa a escrever um             romance provisoriamente intitulado &#8220;<em>A apostasia universal de Água Brusca</em>&#8220;,             que focaliza a luta pelo poder entre a igreja e os coronéis do sertão baiano. Recebe o             título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Pádua, Itália; também na Itália é             contemplado com o Prêmio Vitaliano Brancatti. João Moreira Salles realiza o             documentário &#8220;<em>Jorge Amado</em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em maio de 1996,             o escritor sofre em Paris um edema pulmonar. Depois de dez dias de internação, recebe             alta e viaja para Salvador, onde em julho comemora com os amigos os 80 anos de Zélia.             Estréia &#8220;<em>Tieta do Agreste</em>&#8220;, filme de Cacá Diegues, que também assina o             roteiro, ao lado de João Ubaldo Ribeiro e Antonio Calmon. No papel­título, Sônia             Braga. Em outubro, é submetido a uma angioplastia. A operação mobiliza atenções do             país inteiro e é coroada de pleno êxito. Na saída do hospital o escritor anuncia que             retomará &#8220;brevemente&#8221; seus projetos literários.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O romance &#8220;<em>Tieta             do Agreste</em>&#8221; é escolhido como tema do carnaval de Salvador, em 1997. No domingo             de folia, o bloco &#8220;Amigos do Amado Jorge&#8221;, liderado pelo cantor e compositor             Caetano Veloso, desfila em homenagem ao romancista, que assiste à festa ao lado de Zélia             Gattai no camarote da passarela da Praça do Campo Grande. A editora Record lança &#8220;<em>Milagre             dos Pássaros</em>&#8220;, livro com conto ainda inédito no Brasil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No Salão do             Livro de Paris, em 1998, é uma das principais atrações e recebe o título de Doutor             Honoris Causa na Sorbonne.  Estréia na Rede Globo a mini-série &#8220;<em>Dona Flor e             seus dois maridos</em>&#8220;, adaptação de Dias Gomes para o romance de mesmo nome.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em maio de 1999,             é hospitalizado para fazer exames de rotina e tratar de um mal-estar digestivo.  Em             junho, a Fundação Casa de Jorge Amado lança o livro &#8220;<em>Rua Alagoinhas 33, Rio             Vermelho&#8221;, </em>sobre a casa em que o autor vivia e sobre seu cotidiano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Cada vez mais             recluso, face a seus problemas de saúde, comemora em agosto de 2000, com poucos amigos e             a família, seus 88 anos. Vivia deprimido por se encontrar quase sem enxergar, sob dieta             rigorosa, privando-se do que muito gostava: de escrever, de ler um bom livro e de um bom             prato.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No dia 21 de             junho de 2001, <strong>Jorge Amado </strong>é internado com uma crise de hiperglicemia e tem uma             fibrilação cardíaca. Após alguns dias, retorna à sua casa, porém, em 06 de agosto             volta a se sentir mal e falece na cidade de Salvador às 19,30 horas. A seu pedido,             seu corpo foi cremado e suas cinzas foram espalhadas em torno de uma mangueira em sua             residência no Rio Vermelho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Leia a linda             crônica escrita por <strong>João Ubaldo Ribeiro</strong>, &#8220;<a href="http://www.releituras.com/joaoubaldo_jorgeamado.asp" class="biografias">Jorge Amado e eu</a>&#8220;, onde nos             fala da dor pela perda de seu grande amigo e incentivador.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><span style="font-family:Verdana;"><strong><br />
Bibliografia</strong></span></font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><em><strong>Individuais</strong></em></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2"><strong>Romances:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O País do Carnaval</em>, 1931</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Cacau</em>, 1933</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Suor</em>, 1934</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Jubiabá</em>, 1935</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Mar Morto</em>, 1936</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Capitães da Areia</em>, 1936</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Terras do Sem Fim</em>, 1943</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>São Jorge dos Ilhéus</em>, 1944</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Seara Vermelha</em>, 1946</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Os Subterrâneos da Liberdade </em>(3v), 1954 (v. 1:Os Ásperos Tempos; v. 2: Agonia             da Noite; v. 3: A Luz no Túnel)</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Gabriela, Cravo e Canela:</em> crônica de uma cidade do interior, 1958</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Os Pastores da Noite</em>, 1964</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">-<em> Dona Flor e Seus Dois Maridos</em>: esotérica e comovente história vivida por Dona             Flor, emérita professora de Arte Culinária, e seus dois maridos — o primeiro,             Vadinho de apelido; de nome Teodoro Madureira e farmacêutico o segundo ou A espantosa             batalha entre o espírito e a matéria, 1966</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Tenda dos Milagres</em>, 1969</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Teresa Batista Cansada da Guerra</em>, 1972</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Tieta do Agreste:</em> pastora de cabras ou A volta da filha pródiga,             melodramático folhetim em cinco sensacionais episódios e comovente epílogo: emoção e             suspense!, 1977</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Farda Fardão Camisola de Dormir:</em>fábula para acender uma esperança, 1979</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Tocaia Grande: a face obscura,</em> 1984</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O Sumiço da Santa: uma história de feitiçaria</em>, 1988</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>A Descoberta da América pelos Turcos</em> ou De como o árabe Jamil Bichara,             desbravador de florestas, de visita à cidade de Itabuna, para dar abasto ao corpo, ali             lhe ofereceram fortuna e casamento ou ainda Os esponsais de Adma, 1994</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O Compadre de Ogum</em>, 1995</font></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><font face="Verdana" size="2">Novelas</font></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2">- <em>A Morte e a Morte de             Quincas Berro Dágua</em>, 1959</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>A Morte e a Morte de Quincas Berro Dágua</em> (publicada juntamente com Os Velhos             Marinheiros ou A completa verdade sobre as discutidas aventuras do Comandante Vasco             Moscoso de Aragão, capitão de longo curso, in Os velhos marinheiros, 1961</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Os Velhos Marinheiros </em>ou A completa verdade sobre as discutidas aventuras do             comandante Vasco Moscoso de Aragão, capitão de longo curso, 1976</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Literatura             Infanto-Juvenil:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá: uma história de amor</em>, 1976</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>A Bola e o Goleiro</em>, 1984</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O Capeta Carybé</em>, 1986</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Poesia:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>A Estrada do Mar</em>, 1938</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Teatro:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O Amor do Soldado</em>, 1947 (ainda com o título O Amor de Castro Alves), 1958</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Contos:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Sentimentalismo</em>, 1931</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O homem da mulher e a mulher do homem</em>, 1931</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">-<em> História do carnaval</em>, 1945</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>As mortes e o triunfo de Rosalinda</em>, 1965</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Do recente milagre dos pássaros acontecido em terras de Alagoas, nas ribanceiras do             rio São Francisco</em>, 1979</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O episódio de Siroca</em>, 1982</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>De como o mulato Porciúncula descarregou o seu defunto</em>, 1989</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Relatos             autobiográficos:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O menino grapiúna</em>, 1981</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Navegação de cabotagem: apontamentos para um livro de memórias que jamais             escreverei</em>, 1992</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Textos             autobiográficos:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>ABC de Castro Alves</em>, 1941</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O cavaleiro da esperança</em>, 1945</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Guia/Viagens:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Bahia de Todos os Santos</em>: guia de ruas e de mistérios, 1945</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O mundo da paz</em> (viagens), 1951</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Bahia Boa Terra Bahia</em>, 1967</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Bahia</em>, 1970</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Terra Mágica da Bahia</em>, 1984.</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Documento             político/Oratória:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Homens e coisas do Partido Comunista</em>, 1946</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Discursos</em>, 1993</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><strong>Livro traduzido:</strong></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Dona Bárbara</em> (Doña Barbara), romance do venezuelano Rómulo Gallegos, 1934</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><em><strong>Em parceria:</strong></em></font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Lenita</em> (novela), com Edison Carneiro e Dias da Costa, 1929</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Descoberta do mundo </em>(literatura infantil), com Matilde Garcia Rosa, 1933</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>Brandão entre o mar e o amor</em>, com José Lins do Rego, Graciliano Ramos,             Aníbal Machado e Rachel de Queiroz, 1942</font></p>
<p><font face="Verdana" size="2">- <em>O mistério de MMM</em>, com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio             Cardoso, Herberto Sales, Rachel de Queiroz, José Condé, Guimarães Rosa,  Antônio             Callado e Orígines Lessa, 1962</font></p>
<p style="text-align:justify;"><font face="Verdana" size="2"><em><strong>Downloads:</strong></em></font></p>
<p><span class="postbody"><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Seara Vermelha</span></span></span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/58721.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="font-weight:bold;"><span style="color:darkblue;">Inspiração:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">Cai, orvalho de sangue do escravo<br />
Cai, orvalho na face do algoz<br />
Cresce, cresce, <span style="font-weight:bold;">seara vermelha</span><br />
Cresce, cresce, vingança feroz</span></p>
<p>(Castro Alves, Bandido Negro)<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Digitalização: <span style="font-weight:bold;">Argonauta</span>, o &#8220;cão-chupando-manga&#8221;<br />
Arquivo: .doc</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/fe3944f4-a336-41cd-8cf4-bf1d33198014/Jorge-Amado---Seara-Vermelha.doc" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá</span></span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img3/30763.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">No meio da vasta e prestigiada obra literária do escritor Jorge Amado, encontra-se esta jóia rara que só poderia ter surgido em um momento muito especial de sua vida. Trata-se de uma história de amor criada especialmente para presentear seu filho, João Jorge, no seu primeiro aniversário, em 1948. Jorge Amado morava em Paris com a mulher, Zélia Gatai, e o garotinho. Colocado no meio das bagulhadas infantis, o texto se perdeu e só reapareceu em 1976. Foi quando o artista plástico Carybé o leu, e resolveu ilustrá-lo. Diante disso, Jorge Amado cedeu aos pedidos e publicou sua obra secreta, fruto do grande amor por seu primogênito. É a história de um romance impossível, uma paixão avassaladora e fatal entre um gato malhado, tido como um ser mal e egoísta, e uma andorinha alegre e vibrante, que arrasa corações por onde passa. Um amor fadado a terminar mal, mas impossível de ser desprezado. Uma história que o Vento contou para a Manhã, que teve de contar para o Tempo para ganhar uma rosa azul, e toda criança merece conhecer. </span><br />
Trabalho do <span style="font-weight:bold;">Grupo Digital Source</span><br />
Enviado por <span style="font-weight:bold;">Yuna</span></p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/ad73cfe2-8739-48d6-917c-f598c08e27ff/Jorge-Amado---O-gato-malhado-e-a-andorinha-sinha" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Os subterrâneos da liberdade -1 &#8211; Os ásperos tempos</span></span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/122572.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">Os ásperos tempos, primeiro volume da trilogia, traz a instauração do regime ditatorial do Estado Novo, o comportamento das forças políticas, os ideais proclamadose os primeiros movimentos de resistência.O autor finaliza a trilogia Os Subterrâneos da Liberdade. Publicada pela primeira vez em 1954, a obra, dividida nos volumes Os ásperos tempos, Agonia da noite e A luz no túnel, é a sua forma de protesto e crítica ao Governo Vargas.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/d4364e7a-a609-4868-9875-0c87dcef6aed/Jorge-Amado---Subterraneos---1---Os-asperos-tempos" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Os subterraneos da liberdade &#8211; 2 &#8211; Agonia da noite</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/subterraneos2.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">Segundo <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> da trilogia &#8220;Os subterrâneos da liberdade&#8221;, &#8220;Agonia da noite&#8221; se passa durante os anos da ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas. A história foi escrita por Jorge Amado durante o exílio na então Tchecoslováquia.<br />
Ilustrado.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/973d6f63-0a9d-47ee-8bb6-40b3d812df89/Jorge-Amado---Subterraneos---2---Agonia-da-noite-ilustr" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Os Subterrâneos da Liberdade 3 &#8211; A Luz no Túnel</span></span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/39708.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="font-weight:bold;"><span style="color:darkblue;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">&#8220;A luz no túnel&#8221; é o <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> que fecha a trilogia &#8220;Os subterrâneos da liberdade&#8221;, escrita nos anos 50, durante o segundo exílio de Jorge Amado.<br />
A história se desenvolve durante a ditadura do Estado Novo, de Getúlio Vargas.</span><br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Digitalização: <span style="font-weight:bold;">Argonauta</span>, o &#8220;cabra-da-peste&#8221;<br />
Arquivo: .doc</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/12b8b1db-d05d-451b-9561-332da2b7085d/Jorge-Amado---Subterraneos-3---A-Luz-no-Tunel.doc" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:bold;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Capitães de Areia</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img0/11440.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
A história dos meninos de rua, que povoam e dominam a capital da Bahia, inspirou Jorge Amado no seu sexto romance. Quando foi publicado, em 1937, 800 exemplares do <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> foram queimados em praça pública por incitação ao comunismo. Hoje é um clássico.<br />
</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/c642c1e3-3a39-47df-bbf6-02df6329bc59/Jorge-Amado---Capitaes-da-Areia" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Dona Flor e seus Dois Maridos </span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/23351.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
O caso da viúva que se casa de novo e se vê dividida entre o amor tranqüilo do marido vivo e o amor fogoso do marido morto é a história mais famosa de Jorge Amado. &#8220;Dona Flor e Seus Dois Maridos&#8221; virou filme de sucesso em 1976.<br />
</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/a0dddc1b-7786-4811-a2bf-22d9e3ed1f98/Jorge-Amado---Dona-Flor-e-seus-dois-maridos" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Farda, Fardão, Camisola de Dormir</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/28564.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
A disputa por vagas na Academia Brasileira de Letras é o tema central deste romance divertido e atípico de Jorge Amado. &#8220;Farda, fardão, camisola de dormir&#8221; é capaz de surpreender, positivamente, os fãs do escritor.<br />
</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/c2d1909f-e37a-4cd3-8e93-a2c1ce3d4e6b/Jorge-Amado---Farda-Fard%C3%A3o-Camisola-de-dormir" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Gabriela, Cravo e Canela </span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/30571.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
O <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> é a crônica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de l925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico, rasgando-se ruas, construindo-se casas, fundando-se jornais e estabelecimentos comerciais. Nem por isso, no entanto, evoluíam os costumes dos habitantes, imperando, naquele cenário de violência, a lei dos mais fortes, os fazendeiros, que tendo a seu trabalho os jagunços, impunham o domínio do ódio e do terror. É neste cenário, que Jorge Amado faz desfilar a figura amorosa, sexual e primitiva de Gabriela. A figura de mulher que despertou o amor do árabe Nacib. O sabor de lembrar de personagens que fazem parte do imaginário brasileiro. Literatura e vida se completando pela escrita do baiano que soube se comunicar com sua gente</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/934a4fda-b437-4240-82f6-86ee37855a1f/Jorge-Amado---Gabriela,-cravo-e-canela" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Mar Morto</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/41061.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
Um <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> sobre o mar. Pescadores corajosos se entregam à aventura das águas verdes da Bahia, enquanto suas mulheres os esperam em casa, cheia de cismas e tristezas. É a história do pescador Guma e sua amada, Lívia, a mulher mais bonita do lugar.<br />
</span><br />
<span style="font-weight:bold;">Revisado</span> &#8211; Enviado por <span style="font-weight:bold;">Payumi</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/c771636e-1f61-4849-94f7-2344f64a492f/Jorge-Amado---Mar-morto-rev" target="_blank" class="postlink"><span style="text-decoration:underline;">C L I Q U E</span></a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Terras do Sem Fim</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img1/138771.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
Um romance forjado como um estudo sobre a economia cacaueira do sul da Bahia, terra natal do escritor, se transforma num relato violento, em que coronéis prepotentes escravizam homens e mulheres a seus caprichos e interesses econômicos.<br />
</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/5a16d5a1-c851-4364-9ef2-b1aa6f5ffd3f/Jorge-Amado---Terras-do-sem-fim" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Tieta do Agreste</span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/63139.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
Tieta, ex-pastora de cabras expulsa de sua terra pelo próprio pai, volta ao lar anos depois. E volta rica, cheia de planos, causando mudanças em sua cidade. Uma história divertida e sensual, que virou novela e filme de sucesso.</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/c67a6e80-599b-49ef-9500-079341e8a3bb/Jorge-Amado---Tieta-do-Agreste-completo.doc" target="_blank" class="postlink"><span style="text-decoration:underline;">C L I Q U E</span></a></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-size:18px;line-height:normal;">Cacau</span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/cacau.jpg" border="0" /><br />
<span style="color:darkred;">Sinopse</span></p>
<p><span style="color:green;"><br />
José Cordeiro, com cerca de vinte anos de idade, chega à região baiana de Ilhéus, onde ganha o cognome de Sergipano e vai trabalhar como assalariado, alugado, na grande fazenda de cacau Fraternidade, do coronel Manuel Misael de Sousa Teles, indo morar num casebre de palha de um só cômodo juntamente com três companheiros: Colodino, carpinteiro na construção de galpões para secagem de cacau, barcaças, e libertário, o negro Honório, o negro Honório, pouco produzindo no campo mas mantido como jagunço disponível, e João Grilo, trabalhador magricela sempre alegre. A presença da família do coronel para as festas de São João aproximou José Cordeiro da jovem Mária, estudante na Capital com pretensões literárias, ocasião em que o irmão dela, balcharelando Osório, seduziu Magnólia, noiva de Colodino &#8211; os filhos dos fazendeiros ricos tinham imunidade penal para infelicitar moças roceiras &#8211; mas houve desfecho sangrento: o carpinteiro surra e golpeia a facão o rosto do sedutor e foge; o patrão manda persegui-lo e eliminá-lo por Honório que simula errar o tiro. Para as férias do fim do ano a família retorna à fazenda e Mária, aos beijos, propõe casamento a José Cordeiro que, todavia, se nega à dependência, preferindo atender ao chamado do fugitivo Colodino, no Rio de Janeiro, para onde vai e se torna tipógrafo.<br />
</span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/5854c020-e47d-417e-86ed-9d74135bd475/Jorge-Amado---Cacau" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img8/44668.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="font-weight:bold;"><span style="color:darkblue;">A Morte e a Morte de Quincas Berro D´Água</span></span></p>
<p>Sinopse</p>
<p><span style="color:green;">O respeitável Joaquim Soares da Cunha, funcionário exemplar da Mesa de Rendas Estadual da Bahia, rompe com a família e as convenções sociais para viver aventuras no porto e na zona do meretrício de Salvador. Agora se chama Quincas Berro Dágua.</span><br />
<span style="color:black;"><span style="font-weight:bold;">(Enviado por .vitor.)</span></span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<span style="color:olive;"><span style="font-style:italic;"><span style="font-weight:bold;">Aguardando o reenvio por parte do .vitor.</span></span></span></p>
<p><img src="http://i60.photobucket.com/albums/h22/sucaplan/Capas%20de%20livros/jorgeamado-terezabatista.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="font-weight:bold;"><span style="color:darkblue;">Tereza Batista Cansada de Guerra</span></span></p>
<p>Sinopse</p>
<p><span style="color:green;">Narra a história de Tereza, morena sedutora e sofrida, que luta contra a pobreza, o preconceito e os abusos dos coronéis. Fala de amor e desejo, da morte e da solidão. Já foi traduzido para vários idiomas e adaptado com sucesso para a televisão.</span><br />
<span style="color:black;"><span style="font-weight:bold;">(Enviado por argo_3_nauta)</span></span></p>
<p><span style="color:blue;">Link para download</span><br />
<a href="http://www.esnips.com/doc/c478360c-b351-4593-a3ec-c9aa203a17a7/Jorge-Amado---Tereza-Batista-cansada-de-guerra.pdf" target="_blank" class="postlink">C L I Q U E</a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Tenda dos Milagres</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/jorgeamado_tenda_dos_milagres.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">O candomblé, a capoeira e as festas populares da Bahia fazem parte do universo de Pedro Archanjo Ojuobá, escritor, sábio, malandro e personagem central de &#8220;Tenda dos Milagres&#8221;, romance de Jorge Amado.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/4b692d45-57b5-4464-9199-a48ead0ec33e/Jorge-Amado---Tenda-dos-milagres.pdf" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Tocaia Grande</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/jorgeamado_tocaia_grande.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">Jorge Amado conta a história não oficial de Irisópolis, uma cidade que cresceu durante o ciclo do cacau, após ter nascido de uma tocaia. E que, por isso, era conhecida como &#8220;Tocaia Grande&#8221;. </span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/a602e42e-84fc-475e-8976-dd745a829916/Jorge-Amado---Tocaia-Grande.pdf" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Suor</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/suor.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">O terceiro romance de Jorge Amado se passa num sobrado da ladeira do Pelourinho, em Salvador. No prédio, antiga casa senhorial transformada em cortiço, convivem tipos pitorescos e miseráveis, com suas histórias de necessidade, cobiça e desejo.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/2ed2ba4d-e618-4cdc-a391-821ea8ee8deb/Jorge-Amado---Suor" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Jubiabá</span></span></span></p>
<p><img src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/jubiaba.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse:</span></span></p>
<p><span style="color:green;">Em seu quarto romance, de 1933, o escritor baiano conta a saga de Antônio Balduíno, negro órfão do morro do Capa-Negro de Salvador, e seu protetor, o feiticeiro macumbeiro centenário Jubiabá. O <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> fez sucesso internacional e consolidou a carreira de Amado.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/e65aeed8-6eae-4be2-8d56-2b45f6568dba/Jorge-Amado---Jubiaba" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Os Velhos Marinheiros &#8211; Ilustrado</span></span></span></p>
<p><img src="http://www.fundacaojorgeamado.com.br/images/capas_obras_jorge/velhos.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse</span></span></p>
<p><span style="color:green;">O <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym> é composto de duas novelas curtas: A Morte e a Morte de Quincas Berro D&#8217;Agua, que é motivo de uma insólida luta: a de família, querendo preservar a memória do verdadeiro Quincas Berro D&#8217;Água e dos companheiros de boêmia que preparam o &#8220;verdadeiro&#8221; velório do amigo organizando uma farra que termina no mar, onde Quincas acaba sendo sepultado como marinheiro. É um dos trabalhos mais &#8220;literários&#8221; de Jorge Amado, mesclando o <acronym title="Livros de humor, para rir um pouco..."><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=humor" target="_new">humor</a></acronym> algo fantástico a uma intriga picaresca surpreendente e insólita. A Segunda novela é A Completa Verdade sobre as Discutidas Aventuras do Comandante Vasco Moscoso de Aragão, Capitão de Longo Curso. Trata da história do Comandante Vasco Moscoso, motivo de discórdias quanto à sua competência como navegador. Chamado a Belém para substituir o comandante de um navio, o qual havia morrido, recebe a agressão de tripulação que não o aceita. Moscoso consegue manobrar o navio, levando de roldão todos os barcos do porto.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/5e144d01-b4da-43df-b214-bf3be651f571/Jorge-Amado---Os-velhos-marinheiros-ilustr" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">O País do Carnaval &#8211; Ilustrado</span></span></span></p>
<p><img src="http://www.fundacaojorgeamado.com.br/images/capas_obras_jorge/p_carnaval_ilust.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse</span></span></p>
<p><span style="color:green;">1930. Tempo de maré agitada, de ondas fortes, no Brasil. O estudante Jorge Amado já não é a criança carregada da fazenda onde nasceu para a cidade de Ilhéus; nem o jovenzito irrequieto que acabou fugindo do internato do Colégio Antonio Vieira, em Salvador, para se refugiar na casa da avó, na cidade sergipana de Itaporanga. Está morando agora no Rio de Janeiro, onde faz o curso de Direito. Mas é, ainda, um adolescente. E, aos 18 anos de idade, acaba de escrever o seu primeiro romance. No ano seguinte, o volume vem à luz. Chama-se O país do Carnaval. É a estréia literária do autor. Bem recebido pela crítica e pelo público, Jorge Amado fala, nesse <acronym title="Compare preços de livros em milhares de lojas com um clique!"><a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=3482&amp;site_origem=510913&amp;kw=livro" target="_new">livro</a></acronym>, de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e caminhos. Trata-se, em suma, de um retrato geracional — tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelas rodas boêmias e literárias da Cidade da Bahia, em inícios do século XX. No final, insatisfeito e desencantado, marcado por uma renúncia preconceituosa à chegada do amor, Rigger embarca, no porto do Rio de Janeiro, com destino à Europa. Leva com ele as suas dores, deixando atrás de si uma cidade alucinada pelos ritmos e brilhos do carnaval.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/cc4a42af-b5e8-4f06-8d2b-506e64acaf71/Jorge-Amado---O-pais-do-carnaval-ilustr" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-size:18px;line-height:normal;"><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Os Pastores da Noite</span></span></span></p>
<p><img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/49567.jpg" border="0" /></p>
<p><span style="color:darkblue;"><span style="font-weight:bold;">Sinopse</span></span></p>
<p><span style="color:green;">O romance se compõe, na verdade, pela justaposição de três narrativas, que, embora entrelaçadas e brotando de um mesmo universo, podem ser degustadas separadamente. Em tela, aspectos fundamentais da existência negro-mestiça na Cidade da Bahia e seu Recôncavo. Uma existência quase sempre lúmpen, evoluindo entre o cais, a cachaça e o “castelo”, sob o signo e o axé dos orixás. “Mundo do Mercado, da Rampa, do Pelourinho, da Feira de Água de Meninos, das Sete Portas e dos Quinze Mistérios.” E mais uma vez encontramos Jorge Amado em seu papel favorito de cantor das putas e dos vagabundos, celebrando os prazeres da vida e os “ritos sagrados da amizade”. Por suas páginas, desfilam tipos como o cabo Martim, rei do baralho e da picardia, e Curió, incorrigível romântico; o sábio Jesuíno Galo Doido, que vira caboclo num terreiro-de-angola; a mãe-de-santo Doninha; a maternal e rigorosa cafetina Tibéria; o padre Gomes, neto de um obá de Xangô; ou o aluado Pé-de-Vento, com a sua fantasia de mandar vir da França um navio abarrotado de mulatas. E são focalizados temas que vão do sincretismo religioso à solidariedade popular &#8211; encontros e confrontos no tear em que se tece a trama diária da sobrevivência, em vista do mar azul e das noites que encalham com carregamentos de estrelas.</span><br />
[Enviado por: <span style="font-weight:bold;">argo_3_nauta</span>]</p>
<p><a href="http://www.esnips.com/doc/17427982-946f-455c-a8b1-aaee7dad4b14/Jorge-Amado---Os-pastores-da-noite" target="_blank" class="postlink"><span style="color:red;"><span style="font-weight:bold;"><span style="text-decoration:underline;">DOWNLOAD</span></span></span></a><br />
<span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></p>
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		<title>O HISTORIADOR</title>
		<link>http://popnews.wordpress.com/2007/01/24/o-historiador/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 16:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[O sucesso desse livro não é a Igreja Católica, mistérios do passado ou a ligação com Jesus Cristo, e sim o fato de apresentar, ao mesmo tempo, descrições artísticas, arquitetônicas, históricas, ritualísticas etc. de assuntos que estão longe do nosso dia-a-dia. Kostova deixa o cristianismo de lado e vai para o outro lado, a escuridão. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=108&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img align="left" width="197" src="http://i92.photobucket.com/albums/l39/capaspdl/ohistoriador.jpg" height="283" style="width:197px;height:283px;" />O sucesso desse livro não é a Igreja Católica, mistérios do passado ou a ligação com Jesus Cristo, e sim o fato de apresentar, ao mesmo tempo, descrições artísticas, arquitetônicas, históricas, ritualísticas etc. de assuntos que estão longe do nosso dia-a-dia. Kostova deixa o cristianismo de lado e vai para o outro lado, a escuridão. E vai bem.</p>
<p>Como na tradicional saga, uma adolescente descobre pistas que a levam para um mundo de dor e sofrimento, à medida em que a autora nos apresenta a história de Vlad, o Empalador, cruel genocida da Idade Média que inspirou Bram Stoker a escrever &#8220;Drácula&#8221;. Por trás de sua história, a protagonista se depara com a sociedade de preservação da maldade, uma linhagem secular que atravessa os séculos até nossos dias. Deixe Maria Madalena e a Mona Lisa de lado &#8211; as sombras assumem a direção.</p>
<p>E Kostova flui bem. Tanto pela história quanto geograficamente &#8211; somos apresentado à história do Leste Europeu, com impérios otomano, bizantino e União Soviética ressurgindo dos mortos à medida em que a história, contada em três tempos diferentes, se desenrola. Mais Dan Brown que Anne Rice, &#8220;O Historiador&#8221; é outro tijolo na pavimentação da estrada de volta à leitura. A história é a mesma &#8211; o que importa é o que acontece no caminho.</p>
<p><strong>Título:</strong> O Historiador<br />
<strong>Autora:</strong> Elizabeth Kostova<br />
<strong>Editora:</strong> Suma de Letras/Objetiva<br />
<strong>Páginas/físico:</strong> 544<br />
<strong>Páginas/digitalizado:</strong> 376<br />
<strong>Digitalização e correção:</strong> Fátima Tomás<br />
<strong>Revisão:</strong> Historiador<br />
<strong>FORMATO DIGITAL: <img width="32" src="http://img256.imageshack.us/img256/8466/doczm0.jpg" height="32" style="width:32px;height:32px;" /></p>
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		<title>Teorias da Comunicação &#8211; Mauro Wolf</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse: Esta obra apresenta uma abordagem crítica das teorias e modelos de análise mais importantes elaborados no decurso de vários anos de investigação. A evolução dos estudos neste sector tem sido condicionada pelas contingências específicas e as exigências práticas dos próprios meios de comunicação, por um lado, e pelas teorias sociológicas dominantes em diversos períodos, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=107&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img style="width:130px;height:195px;" src="http://i118.photobucket.com/albums/o113/popnews/images/683324.jpg" alt="" width="130" height="195" align="left" /><strong>Sinopse:</strong> Esta obra apresenta uma abordagem crítica das teorias e modelos de análise mais importantes elaborados no decurso de vários anos de investigação. A evolução dos estudos neste sector tem sido condicionada pelas contingências específicas e as exigências práticas dos próprios meios de comunicação, por um lado, e pelas teorias sociológicas dominantes em diversos períodos, por outro. A presente obra faz também uma análise aprofundada dos efeitos a longo prazo dos mass media e da relação entre o funcionamento dos meios e a qualidade da informação de massas. São ainda debatidas possíveis convergências com estudos de outras áreas da comunicação.</p>
<p>Tamanho: Menos de 1 Mb</p>
<p><a href="http://rapidshare.com/files/6624588/Teorias_da_Comunica__o.pdf" target="_blank">Downloa Opção 1 </a></p>
<p><a href="http://popnews.files.wordpress.com/2009/03/teorias_da_comunica__o.pdf" target="_blank">Download Opção 2</a></p>
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	</item>
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		<title>4.900 Receitas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 19:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[Impressione amigos, familiares ou quem você gosta com essas incríveis receitas culinárias. Faça deliciosos pratos e seja um grande cozinheiro, elogiado por todos. Se você é amante da boa mesa, então adquira já este importante produto para a culinária, e faça receitas saborosas.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img align="left" width="94" src="http://i118.photobucket.com/albums/o113/popnews/images/imagesCAUIKPTK.jpg" height="113" style="width:94px;height:113px;" />Impressione amigos, familiares ou quem você gosta com essas incríveis receitas culinárias. Faça deliciosos pratos e seja um grande cozinheiro, elogiado por todos. Se você é amante da boa mesa, então adquira já este importante produto para a culinária, e faça receitas saborosas.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.megaupload.com/pt/?d=PPA8EUDL">Push</a></p>
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		</media:content>

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	</item>
		<item>
		<title>Turno da Noite: os Filhos de Sétimo, O &#8211; vol. 1</title>
		<link>http://popnews.wordpress.com/2007/01/17/turno-da-noite-os-filhos-de-setimo-o-vol-1/</link>
		<comments>http://popnews.wordpress.com/2007/01/17/turno-da-noite-os-filhos-de-setimo-o-vol-1/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2007 11:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse
O Turno da Noite surgiu para agitar o submundo. Quatro vampiros recém-trazidos para a vida noturna são atraídos por um vampiro ancião que vive em São Paulo. Ignácio oferece proteção e ensinamentos para os novatos em troca de suas habilidades para lutar contra o crime organizado. Uma mistura explosiva que vai sacudir a cidade e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=102&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img border="2" align="left" width="130" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/1593757.jpg" height="195" style="width:130px;height:195px;" /><span style="color:darkred;"><strong>Sinopse</strong></span><br />
<span style="color:green;">O Turno da Noite surgiu para agitar o submundo. Quatro vampiros recém-trazidos para a vida noturna são atraídos por um vampiro ancião que vive em São Paulo. Ignácio oferece proteção e ensinamentos para os novatos em troca de suas habilidades para lutar contra o crime organizado. Uma mistura explosiva que vai sacudir a cidade e mergulhar o leitor em suspense, ação e mistério. Vampiros, lobisomens e anjos se misturam num conflito onde não sabemos ao certo quem é herói e quem é bandido.<br />
Compre seu bilhete, tome seu lugar, &#8220;O Turno da Noite&#8221; vai zarpar para uma viagem inesquecível.</p>
<p></span><span style="color:green;"><a target="_blank" href="http://www.4shared.com/file/8801707/d7c3176e/Vianco_Andr_-_O_Turno_da_Noite_vol_1_-_Os_Filhos_de_Stimo_-_PDL.html">Push</a></span></p>
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		<title>SÉTIMO: Tem gente que ainda não acredita em vampiros&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jan 2007 03:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quinhentos anos um vampiro abre os olhos em uma terra estranha, nova, e cheia de sangue. &#8220;Sétimo&#8221; decide fazer do Brasil seu novo lar e para tanto terá de formar um verdadeiro exército de vampiros para demarcar seu território, exibir seu poder e combater aos caçadores. Elege um vampiro recém-criado para servir-lhe como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=78&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="left"><img border="1" align="left" width="143" src="http://www.novoseculo.com.br/imgprod/setimo.gif" alt="Sétimo" height="193" style="width:143px;height:193px;" />Depois de quinhentos anos um vampiro abre os olhos em uma terra estranha, nova, e cheia de sangue. &#8220;Sétimo&#8221; decide fazer do Brasil seu novo lar e para tanto terá de formar um verdadeiro exército de vampiros para demarcar seu território, exibir seu poder e combater aos caçadores. Elege um vampiro recém-criado para servir-lhe como guia, general e pupilo. Em sua sede por sangue e conquistas, ao proclamar-se a criatura mais poderosa da terra, Sétimo atrai além de vampiros, inimigos deste e do outro mundo. Estes despenderão esforço sobre-humano, empregando, além de armas carregadas com balas de prata, dentes pontiagudos e poderes paranormais. O espetáculo mais bizarro da Terra não pode parar.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.4shared.com/file/7857911/36e60e55/Vianco_Andr_-_Stimo_-_PDL.html" title="Download">Push</a></p>
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			<media:title type="html">Sétimo</media:title>
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		<title>Os Sete</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Dec 2006 21:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jojomaravilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebooks]]></category>

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		<description><![CDATA[André Vianco é um colecionador de roteiros sombrios, cercado por vampiros, almas penadas e anjos, que servem o bem e o mal.Começou a escrever na adolescência e agora, aos vinte e cinco anos, acredita ter o que mostrar aos fãs do sobrenatural. &#8220;Os Sete&#8221; pretende conquistar o leitor, mesmo aqueles que dizem não acreditar em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=popnews.wordpress.com&blog=575326&post=80&subd=popnews&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img border="1" align="left" width="130" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/92819.jpg" alt="Os Sete" height="192" style="width:130px;height:192px;" />André Vianco é um colecionador de roteiros sombrios, cercado por vampiros, almas penadas e anjos, que servem o bem e o mal.Começou a escrever na adolescência e agora, aos vinte e cinco anos, acredita ter o que mostrar aos fãs do sobrenatural. &#8220;Os Sete&#8221; pretende conquistar o leitor, mesmo aqueles que dizem não acreditar em vampiros. Uma pequena amostra de seu estilo: &#8220;O morto-vivo abandonou o caixão e arrastou-se para fora da sepultura. A tumba escura estava vazia. E ele não tinha idéia do que fazia ali. Não se lembrava de seu último dia lá fora. Estava ajoelhado no chão frio.Olhou para cima e viu a portinhola por onde deveria sair. Seu corpo estremeceu (&#8230;) Ah, que coisa terrível! Por que o haviam colocado ali ? Ele não estava morto. Levou a mão ao peito. Não sentia o coração batendo.&#8221; Uma equipe do Departamento de História da Universidade Soares de Porto Alegre é que terá a missão de estudar os sete cadáveres. Mas depois que o primeiro deles acorda &#8230; Seqüências de inquietar o leitor no silêncio da noite. </p>
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</a></p>
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