Eu tenho medo de palhaços!!

Novembro 18, 2009 por jojomaravilha

 

Quem nunca foi ao shopping e viu alguém soltando o choro ao ver o Papai Noel? Acha difícil de entender? Imagine-se sendo levado para passear e dar de cara com um velho gordo, de roupa vermelha, barba enorme, que dá uma risadona e ainda por cima ter que sentar no colo dele!

Ou então, como entender que é possível conversar com algo que nem humano é, como o Coelho da Páscoa? E o que dizer de alguém que se veste com roupas largas, tem um nariz vermelho e faz muito barulho? Com essas descrições acho que ficou fácil compreender porque algumas crianças têm medo dessas figuras que, na verdade, existem para nos trazer alegria.

Esse tipo de medo é mais comum entre crianças de 1 a 4 anos. Ele é tão ruim quanto o medo que sentimos do escuro, portanto, se o seu irmãozinho chora ao ver um desses personagens, nada de ficar tirando sarro. Acompanhe esta reportagem e descubra como ajudá-lo a enfrentar esse temor.

A explicação para o medo

 A coisa mais legal da nossa infância é que é durante este período que começamos a descobrir o mundo. E as nossas reações àquilo que é novo variam sempre de acordo com as nossas experiências – como quando você comeu cenoura a primeira vez e adorou – ou de acordo com as informações que recebemos sobre determinado assunto – como quando alguém diz para você que chuchu é ruim e, por isso, você sequer experimenta.

É pelo simples fato de não conhecer ou entender direito figuras como o Papai Noel, o palhaço e o Coelho da Páscoa, que os pequenos acabam ficando assustados. Conforme a gente vai crescendo começamos a entender melhor as coisas, o que nos ajuda a enfrentar nossos medos. Com isso, muitos temores da infância vão ficando para trás.
Entretanto, algumas situações podem fazer com que um determinado medo fique por mais tempo na nossa cabeça. Os filmes de terror são os campeões em fazer isso. Por exemplo: você pode até não ter medo de palhaço, mas assiste a um filme em que uma pessoa vestida de palhaço faz muitas coisas ruins. Pronto, já misturou tudo na sua cabeça e você acaba ficando assustado.

 Segundo a psicóloga Suzy Camacho os filmes da série “Boneco Assassino” são os que mais provocam medo. “Algumas crianças nem assistiram e tem medo só de ouvir falar”, afirma.

 Como enfrentar

 De acordo com a psicóloga, geralmente perdemos naturalmente o medo de Papai Noel, palhaço e Coelho da Páscoa conforme passamos a entender que esses personagens estão ali para nos divertir. Por isso, você pode ajudar seu irmãozinho explicando a ele que aquela figura não faz mal para ninguém.
Nos casos de filmes de terror, se você é uma pessoa que fica muito assustada ao assisti-los o melhor é não ver. “Ninguém é obrigado a ver filme de terror se não gosta. Caso esteja passando na televisão é só trocar no canal. Se você estiver assistindo a um DVD procure desviar o rosto ou fechar os olhos nas cenas mais fortes”, sugere Suzy.

 Durante a noite, para evitar que o filme atrapalhe seu sono, a dica é pensar em outra coisa, algo que seja divertido, como um passeio legal ou uma coisa nova que você aprendeu na escola.

 Se você estiver com medo de algum brinquedo, nada de deixá-lo de lado, de castigo. O melhor, segundo a psicóloga, é brincar e se divertir bastante com ele, assim, aos poucos, a sua mente vai compreendendo que aquele boneco foi feito para deixar você feliz e não assustado. “Lembrar de quem ganhou o brinquedo também pode ajudar, pois você passa a associá-lo a algo bom”, explica a psicóloga.

por Daiane Parno, Colaboradora iG São Paulo

Tipos de conversa

Novembro 17, 2009 por jojomaravilha

Como conversar em diferentes situações de comunicação cotidiana
 
Conversa fiada
Conversas informais são marcadas por interrupções (quebras de turno conversacional). Há entradas de novas locuções sem que cada falante tenha concluído a sua. Conversas assim são discursos para atender à pura necessidade de aproximação social.

- Mesa de bar, por exemplo, é um perigo. A bebida acaba por deixar a língua mais solta. Por isso, fique atento aos comentários sobre quem não esteja participando da conversa. É melhor ser discreto e evitar riscos – aconselha o consultor Reinaldo Polito.

Debate argumentativo
Há conversas informais em que o confronto de ideias e argumentos faz repensar o cotidiano e as práticas humanas. Essas são cravadas pelo debate argumentativo, em que os interlocutores procuram não atropelar a vez do outro e argumentar após suas considerações.

No ambiente de trabalho
Organizações são entes jurídicos que se manifestam por pessoas que velam por sua cultura interna. É preciso saber qual a cultura local em ambientes monitorados para evitar constrangimento e má interpretação. Para Reinaldo Polito, se um colega sonda sua vida (se quer saber quanto você ganha, tem aplicado ou gastou nas férias), pega-se um tópico da conversa e muda-se de assunto.

- Se a pergunta for sobre gastos da viagem, diga: “Ficamos duas horas no aeroporto sem saber se embarcaríamos. Você já teve atrasos que afetaram a viagem?” Até o interlocutor narrar seu último atraso de voo, a pergunta foi esquecida – diz.

A hora da piada
A boa piada pode ser desastrosa se enunciada num contexto inadequado. Por isso, é preciso cuidado redobrado com o humor cáustico ou chulo: nem todo tema permite o escracho e nem todo ouvinte vai interpretá-lo como se deseja.

- Humor é sempre o melhor recurso para tornar uma conversa agradável. Se o nível dos interlocutores for baixo, o humor deve ser explícito, exagerado, para não deixar dúvida de que se trata de brincadeira. Se os interlocutores tiverem bom nível, a brincadeira pode ser subentendida, com uso de ironias finas – explica Reinaldo Polito.

Extraído do site Língua Portuguesa

Os dez mandamentos da conversa

Novembro 17, 2009 por jojomaravilha

Tenha o que dizer
Conversar sem matéria-prima pode ser um desastre. A boa conversa é a estruturada: é preciso ter algo a dizer. Um repertório de informações significativo pode ser obtido não só pela leitura, mas por outras fontes, como cinema, teatro, sites e revistas especializadas.

- Para que uma conversa se mantenha, uma questão fundamental é o conhecimento de mundo do que será tratado. Quando tenho argumentos para pôr opiniões em xeque, eu me sinto mais seguro para entrar na roda das conversas, independentemente do contexto de produção delas – explica Carlos Andrade, da UnicSul.

Saiba ouvir
Saber ouvir é saber doar-se, diz Osório Antônio Cândido da Silva:
- Escutar com sincera atenção é habilidade que, em razão do desuso, vem sendo perdida – lamenta o professor de oratória.

Em geral, as pessoas gostam de falar, não de ouvir. Ficam tão centradas no que dizer que nem dão bola a quem interage com elas. Para o consultor Reinaldo Polito, a observação é a melhor forma de manter um diálogo.

- Se houver alguém com vontade de falar, fique na sua e só interfira para valorizar o que está sendo comentado e demonstrar que presta atenção – sugere.

Seja significativo
Sonde os assuntos que interessam ao interlocutor e os explore. Para Reinaldo Polito, a conversa fluirá melhor se centrarmos o diálogo num ponto em comum.

- Manter um bom diálogo é sinônimo de não falar de si mesmo. As histórias pessoais devem ser contadas apenas como autogozação – aconselha.

Para Carlos Andrade, num “bom papo” o que é dito deve ser importante a quem dele participa, pela qualidade da informação, pelo valor de quem a fornece.

- O diálogo só é propício quando os interlocutores propõem em suas falas questões pertinentes ao assunto de que se está tratando – afirma Andrade.

Esteja pronto para ter iniciativa
Se a roda de conversa ficar em silêncio, tome a iniciativa de falar, sugere Reinaldo Polito.

- Não se apresse em contar histórias. Comece com perguntas sobre conquistas e viagens do outro, algo que tenha a função de fazer as pessoas se manifestarem.
Se faltar assunto, inspire-se no ambiente e no momento, indica o consultor empresarial Luís Sérgio Lico.

- Se não há nada a falar ou fazer, observe a pessoa, o ambiente e a ocasião, e faça um comentário – afirma.

Colecione pequenas histórias
Ter à mente histórias curtas e atraentes pode tornar uma conversa mais interessante. O consultor Reinaldo Polito aconselha que todos guardem a própria “coleção de histórias”.

- Procure contá-las para os mais íntimos. Se notar que têm impacto, passe a usá-las em outros ambientes. Mas veja se o contexto é apropriado e a narrativa, útil à discussão.

Não estique “temas curingas”
Muita gente acompanha futebol, é capaz de falar sobre o clima e deve ter ouvido a notícia que foi divulgada na TV com insistência. Pela alta probabilidade de formarem o senso comum, “assuntos curingas” são pretextos para iniciar e desenvolver conversas.
Cuidado, todavia, para não se alongar demais neles. Têm curto efeito, dão pouca margem à continuidade da conversa e podem estimular o preconceito sarrista, se a pessoa for fanática por algum time, religião ou partido.

Adapte o vocabulário ao ouvinte
Privilegie o vocabulário do grupo com que interage. Com colegas de trabalho, a linguagem corporativa; entre acadêmicos, algo mais conceitual; com familiares e amigos, cumplicidade. Não use uma variante de linguagem em vez de outra. E busque a variante do idioma adequada. Luís Sérgio Lico sugere atenção redobrada a certas ocorrências linguísticas: rotacismo (“probrema”), pleonasmo (“conviver junto”, “encarar de frente”), gerundismo (“vou estar passando o recado”), equívocos de pronúncia (“piula”, “enlarguecer”, “mulé”) e de concordância (“menas”).

Não atropele a conversa
Um diálogo se desenvolve melhor se nos detemos num tema por mais tempo, em vez de mudarmos de assunto a cada instante.

Busque pular de uma questão a outra só quando sentir que ela se esgotou e não há nada mais a ser dito.

Enquanto fala sobre uma questão, imagine temas oportunos para a sequência, para que o salto entre um e outro não pareça brusco demais.

Evite lançar um comentário sem saber aonde quer chegar com ele.

A hesitação pode interromper o raciocínio de ambos e criar silêncios que não queremos.

Não conte vantagem
A arrogância pode ter efeito destruidor num bate-papo. Para o consultor Luís Sérgio Lico, é preciso cuidado com respostas que ofendam ou indiquem superioridade.

- Humildade é uma erva fina no tempero, seja da conversa amena até os mais requintados discursos – explica.

Agir com isenção e propriedade pode não garantir a defesa de um ponto de vista, mas inspira respeito, diz o consultor, e valoriza a própria imagem.

Discorde sem constranger
Não basta tratar temas com propriedade, deve-se adequar o tom ao tipo de ouvinte. Comentários axiomáticos, definitivos (“essa conversinha de médico é um saco”, “o brasileiro é corrupto”, “detesto quem fala desse jeito”), podem indicar preconceito ou criar referência grosseira para o resto do diálogo: as respostas do ouvinte assumem a rispidez de quem fala com ele.

É preciso cuidado para não fazer generalização desmedida ou impor comparações insustentáveis. Evite contradizer alguém de cara. Elogie um ponto menor da argumentação do outro antes de entrar de sola com uma discordância.

Extraído do site Língua Portuguesa

Atlântida Redescoberta

Setembro 27, 2009 por jojomaravilha

Empresa responsável por um terço dos filmes produzidos no Brasil entre os anos 40 e 70 terá seu acervo digitalizado.

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A preservação do acervo da Atlântida, longeva companhia cinematográfica brasileira, ganhou um reforço do governo. Produtora de cinejornais, das famosas chanchadas estreladas por Oscarito e Grande Otelo e de documentários e melodramas, a empresa explorou de 1942 a 1974 vários gêneros e ajudou a popularizar o cinema no país, em um experimento pioneiro e 100% nacional. Talvez essa capacidade de divulgar a arte tenha sido seu maior legado.
Tendo em vista o importante papel da companhia, o Ministério da Cultura resolveu comprar pouco mais de 60 filmes da Atlântida Cinematográfica, que serão entregues à Cinemateca Brasileira, para restauração e digitalização.

Segundo o diretor-geral da Cinemateca, Carlos Magalhães, a expectativa é que até o fim deste ano algumas obras estejam prontas e possam ser consultadas por pesquisadores e exibidas em mostras de cinema. Posteriormente, serão postas à disposição do público.
Além das produções de ficção, há cerca de 27 horas de cinejornais que registram fatos históricos, como o encontro de João Goulart e John Kennedy em 1962, a inauguração de Brasília em 1960, a conquista brasileira da Copa do Mundo de futebol em 1958 e o primeiro documentário sobre a bossa nova feito no país.
Entre as obras de ficção estão a chanchada Nem Sansão, nem Dalila, de 1954 – uma politizada paródia das produções hollywoodianas da época – e também um dos primeiros filmes feitos pelo ator Grande Otelo, Moleque Tião (1943), o primeiro grande sucesso da produtora.

A Companhia Atlântida produziu 66 filmes de 1941 a 1962. Depois de um hiato de 12 anos, realizou seu último trabalho: um documentário sobre a própria produtora, que respondia por cerca de um terço da produção nacional na época em que atuou.
No livro 90 anos de Cinema, de Helena Salem (Nova Fronteira, 1988), há um depoimento do ator Grande Otelo que resume o espírito inovador da companhia, a admiração que provocava entre os artistas e o impacto que causava no auto-estima nacional. “A Atlântida era espetacular. Você pode imaginar brasileiro entrando num campo que era só de americano? A gente queria fazer como o americano fazia.”
Além de Oscarito e Grande Otelo, eram astros e estrelas da AtlântidaEliana Macedo, José Lewgoy, Virgínia Lane, Mara Rúbia, Anselmo Duarte, Cyll Farney, Renata Fronzi, Eva Todor, Augusto César Vannucci, Zezé Macedo, Ivon Curi, Ilka Soares entre outros grandes que atuavam no teatro, nas rádios e, mais tarde,
na televisão.

Músicos e cantores costumavam também participar dos filmes. É o caso da fita É com esse que eu vou, de 1948, em que os números musicais têm a participação,
por exemplo, de Luiz Gonzaga, Emilinha Borba e da dupla Alvarenga e Ranchinho.

Extraído do site: História Viva

Criador do Fusca era judeu

Setembro 9, 2009 por jojomaravilha

noticias2552Ferdinand Porsche pode não ser o verdadeiro criador do Fusca. Segundo o historiador holandês Paul Schilperoord, que acaba de lançar um livro intitulado Ware Verhaal van de Kever (A Verdadeira História do Fusca), quem teve a idéia de criar um automóvel pequeno, com motor traseiro, suspensão independente e uma carroceria arredondada, completamente diferente dos carros da época, foi um engenheiro e jornalista húngaro, chamado Josef Ganz.Uma versão chegou a ser fabricada por uma pequena indústria alemã, denominada Standard Fahrzeugfabrik. De acordo com o livro, Ganz, que inclusive havia chamado seu carro inicialmente de Maikäfer (Meu Besouro), tentou inutilmente obter apoio financeiro para produzi-lo em grande série, ao mesmo tempo em que publicava vários artigos propondo uma revolução no design automotivo e criticando os pesados e inseguros carros da época. Desagradando aos grandes fabricantes e, por ser judeu, ele acabou sendo preso pela Gestapo, polícia secreta nazista, devido a uma acusação forjada de chantagem.

Libertado, Ganz mudou-se para a Suíça, onde continuou tentando sem sucesso produzir seu carro – o projeto chegou a ser roubado pelo próprio governo suíço. A idéia do engenheiro húngaro, na mesma época, teria chegado ao ditador Adolf Hitler que, entusiasmado e desejoso de motorizar a população alemã, encarregou Ferdinand Porsche de sua concretização, obviamente ocultando a autoria do projeto inicial por um judeu. A Standard Fahrzeugfabrik, coincidentemente, foi proibida de usar o nome Volkswagen, carro do povo, na promoção de seu automóvel.

Após a Segunda Guerra Mundial, Ganz tentou durante vários anos provar na justiça seus direitos sobre o Fusca. Ele acabou indo morar na Austrália, onde trabalhou na Holden (hoje parte da GM), falecendo pobre e sem chegar a ser reconhecido, a não ser por um restrito número de designers e engenheiros. Embora sua história não fosse desconhecida, o livro de Schiperood é o primeiro inteiramente dedicado a ela e está sendo cogitado para servir de base para um futuro filme.

A história de Ganz pode ser encontrada, em detalhes, no site www.ganz-volkswagen.org , em inglês.

Extraído do Site Auto Estrada

Qual o perfil do seu filho na escola?

Setembro 4, 2009 por jojomaravilha

Ativo, prático, teórico ou reflexivo? Ajude seu filho de acordo com o perfil dele.

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Ativo

Perfil

Curioso e comunicativo, é rápido para realizar atividades e não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa.

Como age

Gosta de ajudar os outros e de inventar coisas novas para fazer. Prefere mudar o lugar de brincar ou estudar.

Na escola

Conversa e trabalha ao mesmo tempo.

O que funciona

Variar os lugares e as pessoas com quem ele convive.

Dica

Coloque-o em contato com atividades diferentes, para estimular a criatividade. Não o deixe parado por muito tempo.

Reflexivo

Perfil

Cuidadoso e perfeccionista, presta atenção nos detalhes e não gosta de ser pressionado.

Como age

Se preocupa com o que os colegas pensam e nunca toma uma decisão sem antes pesar os dois lados.

Na escola

Evita dar a opinião antes dos outros.

O que funciona

Estimulá-lo a falar sobre os desejos e desafios do dia.

Dica

Por mais que seu filho demore a tomar uma decisão ou concluir um trabalho, respeite o tempo dele. Reflexivos não funcionam com prazos apertados ou cobranças excessivas.

Prático

Perfil

Confiante, ele sabe como aplicar os conhecimentos. É decidido e está sempre antenado nas novidades.

Como age

Funciona bem sozinho e não liga para o que os outros pensam.

Na escola

Independente e muito determinado.

O que funciona

Incentive-o a agir: que tal fazerem um bolo juntos?

Dica

Há algum brinquedo ou eletrodoméstico quebrado em casa? Deixe seu filho desmontá-lo e ver como ele funciona por dentro. Com esse perfil, não adianta falar muito…

Teórico

Perfil

Organizado, ele planeja bem todas as ações. Tem opinião e sabe o que quer. Gosta de descobrir o porquê de todas as coisas.

Esta reportagem faz parte do Projeto Educar Para Crescer.

Saiba mais em www.educarparacrescer.com.br

Como age

Ao brincar, conversar com os amigos ou jogar videogame, sabe exatamente o que quer e o que fará primeiro.

Na escola

Põe as informações em ordem para resolver um problema.

O que funciona

Perguntar a opinião dele e deixá-lo se arrumar sozinho.

Dica

Não enrole para responder as perguntas que ele fizer. Seja honesta se não souber a resposta.

Esta reportagem faz parte do Projeto Educar Para Crescer.

Saiba mais em www.educarparacrescer.com.br

Os perfis dos famosos no Twitter

Agosto 18, 2009 por jojomaravilha

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Postado por Thaís Pontes em 17-08-2009 às 11:22

Como vocês devem ter notado, está todo mundo entrando no Twitter. E os famosos não ficaram de fora dessa… De uns meses pra cá, eles invadiram a rede e deram muita matéria-prima para os fãs se divertirem!

Alguns postam fotos pessoais, outros falam sobre o dia-a-dia… Tem gente que interage com a galere e tem até uns desesperados que sorteiam brindes pra ganhar mais seguidores!

Listei os perfis alguns famosos (reais) pra vocês:

Juliana Paes – http://twitter.com/vidajulianapaes

Bruno Gagliasso – http://twitter.com/bGagliasso

Sérgio Marone – http://twitter.com/SergioMarone

Marcos Mion – http://twitter.com/Mionzera

Sandy – http://twitter.com/Leah_Sandy

Junior Lima – http://twitter.com/Junior_Lima

Xuxa – http://twitter.com/xuxameneghel

Luciano Huck – http://twitter.com/hucklucianO

Angélica – http://twitter.com/angelicaksy

Tico Santacruz – http://twitter.com/TicostaCruz

Cazé – http://twitter.com/caze

Evandro (Christian Pior) – http://twitter.com/santoEvandro

Pedro Tourinho – http://twitter.com/pedrotourinho

Ceará – http://twitter.com/oceara

Rubens Barrichello – http://twitter.com/rubarrichello

Théo Becker – http://twitter.com/TheoBecker8

Rafinha Bastos – http://twitter.com/rafinhabastos

Marco Luque – http://twitter.com/marcoluque

Danilo Gentili – http://twitter.com/danilogentili

Sabrina Sato – http://twitter.com/SabrinaSatoReal

Felipe Solari – http://twitter.com/felipesolari

Julia Faria – http://twitter.com/JuliaFaria

Fernanda Paes Leme – http://twitter.com/FePaesLeme

Vesgo do Pânico – http://twitter.com/rodrigovesgo

Pedro Neschling – http://twitter.com/pedroneschling

Fernanda Young – http://twitter.com/youngporra

Martnalia – http://twitter.com/martnalia

Boninho – http://twitter.com/boninho

Astrid Fontenelli – http://twitter.com/astridfontenell

Priscila Fantin – http://twitter.com/priscilafantin

Maria Rita – http://twitter.com/mroficial

Marcelo Tas – http://twitter.com/maRcelotas

E a mais importante: EU!!!! http://twitter.com/jojomaravilha

Extraído do site da Revista Capricho

Fraude na morte de Santos Dumont

Julho 1, 2009 por jojomaravilha

O laudo necrológico do “pai da aviação” é uma mentira histórica. Ele jamais teve um “colapso cardíaco”. Na verdade, se enforcou no banheiro de um hotel no Guarujá (SP)

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A morte do genial Alberto Santos Dumont foi por décadas edulcorada e relacionada a seu desgosto pelo uso de aviões para fins militares. Nos anos 60 e 70, professores nem mesmo falavam a palavra “suicídio” em sala de aula. Tudo para que o fim de um dos poucos heróis nacionais, capaz de inspirar os pequenos e motivar os adultos, fosse digno de sua biografia. A dar guarida oficial às versões “moralmente elevadas” do desaparecimento do aviador havia um laudo necrológico, assinado pelo legista Roberto Catunda, que indicava morte por “colapso cardíaco”. Uma fraude.
Santos Dumont morreu em 23 de julho de 1932, no banheiro do Grand Hôtel de La Plage, na cidade balneária de Guarujá (SP). Há controvérsias sobre o material utilizado como corda: o cinto do roupão ou uma gravata. Tinha apenas 59 anos. Muitos pesquisadores se debruçaram sobre esse episódio, ainda hoje mal explicado. Só o que se tem é de certeza é que, sim, foi suicídio por enforcamento. Permanecem no campo da especulação as razões do ato extremo.
A ideia de forjar o laudo necrológico teria sido partilhada por autoridades governamentais e familiares do inventor. A família teria insistido na dispensa da autópsia, e, para a polícia, ceder a esse pedido seria atitude humanitária e honrosa, opinião também do governo paulista, que teria impedido a abertura de um inquérito. Ajeitados os trâmites, a fraude ficou, e a verdade só aos poucos foi sendo descoberta.

Tanto cuidado se justificava, então, pela importância de Alberto Santos Dumont. Até aquele momento, brasileiro nenhum havia tido tamanha expressão internacional. Não bastasse ser genial, era ainda rico e alinhado conforme a moda do tempo – ou melhor, à frente dela, dado que seu lado inventivo se manifestou também no estilo de roupa e acessórios que usava.
Hoje se diz, com base em relatos, que o glamour que o aviador esbanjava escondeu por décadas episódios de depressão profunda ou de uma doença psíquica mais grave – e incontrolável para a medicina da primeira metade do século XX, como seria o caso de transtorno bipolar. Não há ainda hoje um diagnóstico fechado, apenas a evidência de que essa pode ser sido uma causa importante, entre outras, para que cometesse suicídio.
Que havia uma doença psíquica a atormentá-lo, disso não há dúvidas. Cartas, internações repetidas na Europa, recibos de compra de remédios e de consultas a psiquiatras indicam esse estado, presente em quase toda a sua maturidade – entre 1910 e 1932. Os documentos pertencem hoje ao acervo da Aeronáutica.
No dia da morte, Santos Dumont havia aproveitado a natureza: conta-se que deu um passeio pela linda praia de Pitangueiras, andou de charrete e retornou ao hotel para almoçar. Passou pelo quarto e de lá não desceu. Funcionários do hotel o encontraram já morto.

CRONOLOGIA

1873
Nasce em Palmira (MG), filho de próspera família cafeicultora
1898
Constrói o “nº 1”, o primeiro de 13 balões dirigíveis com sua assinatura
1906
Constrói um biplano, o 14-Bis, com o qual consegue se manter no ar
1907
Constrói o monoplano Demoiselle
1910
Anuncia o fim da carreira de aviador
1926
Interna-se num sanatório na Suíça
1929
Nova internação, agora na França
1932
Muda-se em maio para o Guarujá; em julho, comete suicídio

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Laudo necrológico do legista Roberto Catunda
“Guarujá – Alberto Santos Dumont – 23-julho-1932. Alberto Santos Dumont – Brasileiro, branco, solteiro, com 59 anos de idade, inventor. Ao que consta, foi encontrado morto em um dos apartamentos do hotel de La Plage, no Guarujá, onde residia. Trata-se do cadáver de um homem de estatura mediana e de constituição regular, ainda em estado de fl acidez muscular. Veste terno de casimira preta, gravata preta e calça botinas pretas. Não encontramos pelo corpo vestígio de lesão traumática. A morte se deu por colapso cardíaco”.

Extraído do site História Viva

Galera dos Berçários: Banho de balde ou de banheira?

Maio 29, 2009 por jojomaravilha

Especialistas indicam que o primeiro acessório é mais anatômico, simula o útero materno e diminui o desconforto do bebê.

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Banho de bebê costuma vir acompanhado de trilha sonora – ou seja, muito chororô. Uma das explicações, segundo especialistas, é que, quando os pequeninos entram em contato com a água, logo se lembram do meio aquático do útero, um lugar fechado, escuro, quente e seguro. Quando percebem que estão em um ambiente claro, menos aquecido e aberto, ficam tensos.
A partir dessa constatação, obstetras e parteiros de maternidades na Holanda criaram em 1997 um baldinho pensando em transmitir ao bebê recém-nascido (até os 6 meses de idade) uma transição tranquila do útero para o mundão. “É como um miniofurô: os bebês ficam em posição fetal, submersos do pescoço para baixo, e relaxam automaticamente”, diz Ana Cristina, parteira do Gama – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa.

Um balde comum (dos mais resistentes) custa cerca de 15 reais. Já o Tummytub (foto), que chegou ao Brasil há um ano, sai em média por 120 reais, mas é específico para os nenês: o plástico é atóxico, sua base é antiderrapante e há um centro de gravidade que permite estabilidade e segurança no banho. Dá para ver a lista de lugares onde é vendido no site da empresa: www.tummytub.com.br.

Por Márcia Bindo
Foto Divulgação

Extraído do Site Abril Publicações

Especialistas ensinam médicos e professores a identificar criança que sofre violência

Abril 30, 2009 por jojomaravilha

Jornal Nacional:
Especialistas da USP e da Universidade Federal de São Carlos ensinam professores e médicos a identificar e ajudar crianças vítimas de abuso sexual. O curso foi solicirado pelo Ministério da Educação.